10 acontecimentos LGBT da música brasileira que nos encheram de orgulho em 2018
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10 acontecimentos LGBT da música brasileira que nos encheram de orgulho em 2018

Por Renan Wilbert

Se tem uma palavra que pode resumir o que a comunidade LGBT viveu este ano no Brasil é representatividade. Ela esteve nos nossos debates, nas nossas lutas e também na nossa música. Ao reunir dez fatos da música brasileira que deram orgulho para LGBTs este ano, isso fica ainda mais claro. Aqui você vê gente representando todas as letrinhas da sigla, de todas as cores e de todas as origens. Porque, assim como a música, a comunidade LGBT fica muito melhor quando a gente se abre e deixa a diversidade tomar conta!

Bruno Gadiol e Gabriel Nandes lançam ‘Seu Costume’

O dia dos namorados deste ano foi marcado por muitos famosos tornando públicos seus relacionamentos homoafetivos. Um deles foi o de Bruno Gadiol, ex-integrante do grupo KidX, semifinalista da quinta temporada do “The Voice Brasil” e uma das estrelas da temporada 2017 de “Malhação”. Para celebrar a data, ele lançou o dueto “Seu Costume” com seu namorado, Gabriel Nandes. No fim de julho, ele ainda lançou o clipe de “Me Amo”, que fala sobre aceitação e diversidade.

Nanda Costa e Lan Lanh lançam ‘Não é Comum, mas é Normal’

Interpretando a personagem bissexual Maura em “Segundo Sol”, a atriz Nanda Costa também tornou público seu relacionamento com a musicista Lan Lanh em 12 de junho deste ano (sim, também no Dia dos Namorados!). Semanas depois, o casal lançou “Não é Comum, mas é Normal”, canção de protesto contra o preconceito e a homofobia.

Lulu Santos compõe uma música para Clebson

Em agosto, o cantor Lulu Santos homenageou seu amado Clebson no “The Voice Brasil”, falando um pouco da sua relação com o rapaz e apresentando sua nova música “Orgulho e Preconceito”, na qual ele declara seu amor por “C”. Inspirado pela repercussão que seu relacionamento causou na mídia, Lulu lançou mais uma canção: “Hoje em Dia”.

A trilha sonora do filme ‘Ana e Vitória’

As cantoras da dupla Anavitória sempre evitaram falar sobre sua sexualidade e focavam suas entrevistas em seu trabalho musical. Este ano, porém, suas histórias ficaram conhecidas com o lançamento do filme musical biográfico “Ana e Vitória”, na qual as duas cantoras interpretaram elas mesmas. O longa traz canções românticas que embalam os relacionamentos que ambas tiveram com outras meninas de uma maneira bem natural. Afinal, o B de LGBT não significa nem “biscoito”, nem “bolacha”!

Cantoras brasileiras regravam ‘I Will Survive’, sob direção artística de Maria Gadu

Maria Gadu assinou, este ano, a direção musical do longa-metragem “Todas as Canções de Amor”. Em uma das faixas da trilha, ela reúne as cantoras Iza, Liniker e Nina Maia para uma regravação muito especial de uma das canções mais icônicas para a comunidade LGBT no mundo: “I Will Survive”, originalmente gravada por Gloria Gaynor em 1978.

Liniker e Ilú Obá de Min cantam em participação na série ‘3%’

A série brasileira “3%” ganhou sua segunda temporada na Netflix este ano. Uma das maiores surpresas da produção foi uma cena na qual a estrela foi a cantora Liniker, que é transsexual. Na série, ela canta uma versão do sucesso de Cartola “Preciso me Encontrar”. A gravação da faixa foi uma parceria com o bloco Ilú Obá de Min, composto apenas por mulheres.

Pabllo Vittar lança o álbum ‘Não Para Não’

A drag queen mais seguida no Instagram do mundo causou muita expectativa para o lançamento de seu segundo álbum. E não decepcionou! Produzido por Rodrigo Gorky, “Não Para Não” foi o disco mais ouvido no Spotify nas primeiras 24h após seu lançamento, em outubro. Mais madura que em “Vai Passar Mal”, ela trouxe canções já aclamadas como “Disk Me” e “Problema Seu”.

Lançamento do grupo de rap Quebrada Queer

Em setembro, tivemos o surgimento do primeiro grupo gay de rap no Brasil, o Quebrada Queer. Cinco MCs da periferia, acompanhados da produtora e DJ Apuke, lançaram um vídeo de apresentação que ganhou a atenção de toda a comunidade e, em dezembro, voltaram com o EP “Ser”, com cinco canções inéditas.

Jão diz que ‘Me Beija com Raiva’ foi composta para outro homem

Destaque no indie-pop-sertanejo em 2018, o cantor Jão lançou alguns clipes este ano. O último deles, “Me beija com raiva” foi inspirado no relacionamento do rapaz ou outro homem. Em entrevista à revista “GQ”, o músico fez questão de dizer que acha bacana que as pessoas saibam disso e que encarem com a mesma normalidade que veem qualquer coisa que exista no mundo.

Aretuza Lovi lança ‘Joga Bunda’, com Glória Groove e Pabllo Vittar

Perto do carnaval, três das drags brasileiras mais queridas da comunidade LGBT se uniram para lançar um hit. “Joga Bunda” juntou Aretuza Lovi, Glória Groove e Pabllo Vittar em um vídeo dançante e muito divertido, gravado num cenário inspirado em um cinema. A canção traz a dança de Aretuza, os inconfundíveis agudos de Pabllo e o rap de Glória. Um verdadeiro presente para o Vale.

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