20 músicas que fazem 40 anos em 2019
Entretenimento

20 músicas que fazem 40 anos em 2019

Há 40 anos, o mundo pertencia à disco music. O filme “Os Embalos de Sábado à Noite”, de 1977, ainda fazia ecos na cultura pop e colocava batidas eletrônicas em lugares até então inimagináveis, como em sons do Kiss e do Pink Floyd. Mas o rock também vivia – e muito bem – com porradas de AC/DC e The Police.

Veja na lista abaixo 20 músicas que completam 40 anos em 2019:

‘I WAS MADE FOR LOVING YOU’, DO KISS

A disco music fazia tanto sucesso que até as criaturinhas do Kiss resolveram se aventurar pelas batidas – o que desagradou parte dos fãs na época. Mas como polêmica é o sobrenome do Kiss, eles acharam foi graça.

‘HOT STUFF’, DE DONNA SUMMER

Em 13 de abril de 1979, com produção de Giorgio Moroder, chegava às lojas o single de “Hot Stuff”, um dos grandes hinos da década de 1970 e de toda a disco music. Donna Summer ganhou o Grammy de melhor performance feminina vocal em rock (!!!) com essa faixa.

‘HIGHWAY TO HELL’, DO AC/DC

Se de um lado a disco music abraçava as paradas, o hard rock também se apresentava em ótimas condições. Um dos grandes clássicos do gênero saía no dia 27 de julho como single: “Highway To Hell”, do AC/DC.

‘DON'T STOP 'TIL YOU GET ENOUGH’, DE MICHAEL JACKSON

Michael Jackson já era conhecido mundialmente por ter começado a sua carreira muito jovem ao lado dos irmãos no Jackson 5. Mas aqui temos um marco importante: o início verdadeiro de Michael na música adulta, sem parecer fofinho por ser uma criança ou por cantar temas juvenis. Primeira faixa e primeiro single do álbum “Off the Wall”, “Don't Stop 'Til You Get Enough” abre as portas para que Michael seja reconhecido anos depois como Rei do Pop. Para os mais desavisados, pode ser apenas a música de abertura do antigo “Vídeo Show”.

‘CARS’, DE GARY NUMAN

1979 foi também um ano de misturas. A música eletrônica já aparecia comercialmente viável e se juntava ao rock, gerando novas texturas interessantes. Um dos exemplos é o britânico Gary Numan, que estreava com seu primeiro single, “Cars”, que acabou se tornando hit nas pistas roqueiras e eletrônicas.

‘MESSAGE IN A BOTTLE’, DE THE POLICE

Em diversas entrevistas, os integrantes do Police, separadamente, já afirmaram ser essa música a preferida do grupo. O guitarrista Andy Summers, em sua biografia, diz que “é a melhor música que Sting já fez e a melhor faixa do Police”.

‘LAST TRAIN TO LONDON’, DA ELECTRIC LIGHT ORCHESTRA

Se você toca contra-baixo, saiba que você não é bom até conseguir reproduzir a linha dessa música. Se conseguir, grave no YouTube e mande pra gente.

‘ANOTHER BRICK IN THE WALL, PART 2’, DO PINK FLOYD

O Pink Floyd não era muito dado a singles porque achava que suas músicas faziam parte do contexto de cada álbum e não faziam sentido se ouvidas separadas. Mesmo assim, por obrigações mercadológicas, escolhiam duas faixas de cada disco para lançamento comercial. No dia 23 de novembro de 1979, o single com “Another Brick In The Wall, Part 2” chegava às lojas, com esse “part 2” que deixava claro que fazia parte de uma história. Essa história é nada menos do que o álbum “The Wall”, um dos mais icônicos do rock and roll em todos os tempos.

‘LONDON CALLING’, DE THE CLASH

A BBC, em seu serviço internacional de notícias, usava a vinheta “this is London calling” durante a Segunda Guerra Mundial na hora de informar sobre as novidades das batalhas. The Clash pegou isso e usou no título de uma música alarmista e apocalíptica, que também dá nome ao disco de 1979.

‘AMOR, MEU GRANDE AMOR’, DE ANGELA RO RO

Toda trabalhada no blues, há 40 anos a cantora Angela Ro Ro dava início a sua carreira com o álbum e a música “Amor, Meu Grande Amor” – a faixa ganhou um revival em 1996 com uma regravação do Barão Vermelho.

‘BELEZA PURA’, DE CAETANO VELOSO

Um dos álbuns mais completos de Caetano Veloso, “Cinema Transcendental”, completa 40 anos e mantém uma sonoridade atual – ainda é trilha nas festas de música brasileira mais descoladas.

‘MEDO DE AVIÃO’, DE BELCHIOR

Em determinado momento da cultura pop no Brasil, ganhar uma paródia no programa dos Trapalhões era o máximo nível de sucesso que um artista poderia conseguir. E Belchior foi “vítima” do quarteto em vários momentos, sendo um dos mais marcantes a versão de “Medo de Avião”, faixa de “Era uma Vez um Homem e Seu Tempo”, de 1979.

‘O BÊBADO E A EQUILIBRISTA’, DE ELIS REGINA

Há 40 anos, o Brasil vivia a expectativa pela abertura política. Os militares anunciaram sua retirada “lenta e gradual” do poder Executivo, o que abriria espaço para a democracia, para que o povo elegesse diretamente seus governantes. Além disso, com a abertura, haveria a Lei da Anistia, que ia permitir a volta ao país daqueles que estavam exilados com medo da perseguição política. “O Bêbado e a Equilibrista”, composição de Aldir Blanc e João Bosco, na voz de Elis Regina, foi considerado o “Hino da Anistia” e serviu como importante trilha sonora desse momento do país.

‘GO WEST’, DO VILLAGE PEOPLE

O título vem da expressão "go west, young man" (“vá para o oeste, jovem”), usada nos Estados Unidos por volta de 1850, quando foi descoberto ouro na região. Em 1979, numa época de libertação sexual, o Village People ressignificou a expressão, que agora indicava São Francisco, no oeste norte-americano, como novo destino para os jovens gays que queriam curtir sua liberdade.

‘REALCE’, DE GILBERTO GIL

Entre o final dos anos 1970 e começo dos 1980, alguns artistas brasileiros conquistaram o direito de gravarem superproduções fora do Brasil. “Realce”, disco de Gilberto Gil de 1979, é um deles. Gravado em Los Angeles e com músicos de bandas como Earth, Wind and Fire, o disco foi lançado em agosto e traz diversos sucessos que permanecem no repertório do compositor. Curiosamente, um dos maiores sucessos não foi gravado fora do Brasil e entrou para o disco de última hora: “Não Chore Mais”, versão para “No Woman, No Cry”, serviu para popularizar o reggae no Brasil.

‘CHEGA MAIS’, DE RITA LEE

A disco music chegou para ficar no repertório de Rita Lee. Um dos seus discos mais festeiros (e que tem uma das capas mais icônicas da sua trajetória) foi o álbum homônimo de 1979 – que abre com a convidativa “Chega Mais”.

‘SALVE SIMPATIA’, DE JORGE BEN

Há 40 anos, nascia um dos bordões de Jorge Ben, “Salve Simpatia”. É a música que abre o labo B do disco de mesmo nome, lançado no finalzinho de 1979. “Ser simpático é tudo o que você deve ser para sua vida ser mais simpática”. Tá ensinado, Jorge!

‘TRAGEDY’, DOS BEE GEES

Imagine a pressão que deve ter sido fazer um disco depois do estouro mundial da trilha de “Embalos de Sábado à Noite”, que ajudou a popularizar a disco music em todo o mundo em 1977. Pois “Spirits Having Flown” foi o álbum dos Bee Gees que teve essa missão dois anos depois – e conseguiu tanto sucesso que foi o único capaz de tirar os Beatles do topo da parada britânica naquele ano. Em 1978, um single já havia sido lançado, mas foi “Tragedy” que abriu o ano seguinte dos Bee Gees, em fevereiro.

‘DANCE THE NIGHT AWAY’, DO VAN HALEN

Primeiro single do segundo álbum do Van Halen, foi também o primeiro som da banda a figurar dentro do Top 20 da parada norte-americana. É a faixa mais “levinha” do disco e foi escolhida pela gravadora para abrir os trabalhos de divulgação, contra a vontade dos músicos.

‘LOVE COMES TO EVERYONE’, DE GEORGE HARRISON

Em 1979, os quatro Beatles já seguiam suas carreiras solo e Harrison lançava um disco homônimo – seu oitavo, se contarmos os que lançou enquanto ainda estava no grupo e outros experimentais. O disco abre com o hit “Love Comes To Everyone” – que ganhou versão em português na voz de Zizi Possi, “O Amor Vem Pra Cada Um”, em 1983.

Você pode ouvir todas essas músicas na nossa playlist "20 músicas que fazem 40 anos em 2019":

Relacionados

Canais Especiais

Ícone do FacebookÍcone do TwitterÍcone do InstagramÍcone do YoutubeÍcone do DeezerÍcone do SpotifyÍcone do Pinterest