22 artistas que mudaram o nome de batismo para fazer sucesso
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22 artistas que mudaram o nome de batismo para fazer sucesso

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Você pode saber cantar todos os hits de Elton John de cor, mas é bem provável que não saiba dizer o verdadeiro nome do cantor britânico. Talvez, você só tenha descoberto agora que ele, em sua certidão de nascimento, não se chama Elton. Assim como o Rocketman, outros artistas famosos escolheram mudar de nome na hora de brilhar, adotando o famoso nome artístico.

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De Anitta a Bono, aqui vão os nomes de 22 astros da música que não são reconhecidos pelas alcunhas escolhidas por seus pais.  

Elton John: Reginald Kenneth Dwight

Por volta de 1967, Reginald Dwight decidiu homenagear dos ídolos: o saxofonista Elton Dean e o cantor Long John Baldry. Daí surgiu "Elton John", nome que passou a adotar oficialmente a partir de 1972, quando se tornou Elton Hercules John.

Stevie Wonder: Stevland Hardaway Judkins

Stevie ainda era uma criança prodígio quando teve o nome escolhido pelo chefe da Motown, Berry Gordin. Ele costumava ser chamado de “Little Stevie Wonder”, por conta do seu enorme talento (“wonder”, em inglês, quer dizer “maravilha”), mas acabou vingando sem a primeira parte.

Tina Turner: Anna Mae Bullock

Anna Mae Bullock foi "batizada" como Tina Turner, por seu ex-marido, Ike. Ele escolheu Tina porque, em inglês, rimava com "Sheena", a personagem dos quadrinhos. Parceiros na música, ele acrescentou seu sobrenome ao nome artístico dela com medo de que ela algum dia o deixasse.   

Elvis Costello: Declan Patrick MacManus

Como chutariam 8 em cada 10 pessoas, sim, Elvis Presley teve algo a ver com a escolha de Declan Patrick. Quando tocava em pubs ingleses nos anos 1970, ele decidiu mudar seu nome artístico para D.P. Costello, usando o nome de seu pai, Day Costello. Um tempo depois, quando assinou seu primeiro contrato, ele acrescentou "Elvis" em homenagem ao rei do rock. 

Cazuza: Agenor de Miranda Araújo Neto

Cazuza sempre foi Cazuza desde antes de nascer. Além de ser o nome de um inseto, a palavra é usada no nordeste do país como sinônimo de "moleque". O apelido foi dado pelo pai, o produtor musical João Araújo. O verdadeiro nome dele é Agenor de Miranda Araújo Neto, em homenagem ao avô paterno.

Bob Dylan: Robert Zimmerman

De acordo com Daniel Mark Epstein, autor da biografia "The Ballad of Bob Dylan", a mudança de "Zimmerman" para "Dylan" ocorreu em algum momento enquanto o artista tinha 17 ou 18 anos. "Ele era fã de Matt Dillon, o xerife da série 'Gunsmoke'. Em 1958, ele contou a uma namorada que iria dedicar sua vida à música e que sabia como se chamaria: Bob Dillon", diz Epstein. A mudança na grafia veio em Dinkytown, muito provavelmente por conta do poeta Dylan Thomas. 

Cher: Cherilyn Sarkisian

Cher faz parte do seleto grupo de artistas reconhecidas apenas pelo apelido. Você pode achar bobagem, mas é uma tirada de onda e tanto. O título nada mais é do que uma abreviação do verdadeiro nome da cantora e atriz: Cherilyn. 

Anitta: Larissa de Macedo Machado

Antes de ser a cantora trilíngue com músicas em inglês, espanhol e português, Anitta era Larissa de Macedo Machado. A escolha pelo nome veio da série “Presença de Anita”, exibida na TV Globo em 2001, cuja personagem título era interpretada pela atriz Mel Lisboa.  

Gusttavo Lima: Nivaldo Batista Lima

Nivaldo Batista mudou de nome em 2006, quando formava dupla com um amigo chamado Alessandro. À época, o empresário dos dois achou que "Nivaldo e Alessandro" não combinava. Pensaram em "Fernando", mas o que pegou mesmo foi "Gustavo". O segundo "T" veio depois, por questões comerciais e de registro de marca. O artista ainda é chamado de Nivaldo pela família. 

Nego do Borel: Leno Maycon Viana Gomes 

Já tinha parado para pensar que o nome de Nego do Borel não era Nego do Borel? O cantor, nascido e criado no morro do Borel, na Zona Norte do Rio, se chama, na verdade, Leno Maycon Viana Gomes. O nome é fácil de ser explicado: a mãe era fã de Michael Jackson. A avó, de John Lennon. 

Sting: Gordon Matthew Thomas Sumner

Gordon Matthew Thomas Sumner ganhou seu apelido por conta do hábito que tinha de usar sempre o mesmo suéter preto e amarelo listrado. Gordon Solomon, integrante dos Phoenix Jazzmen, brincou que ele parecia uma abela e lhe deu o apelido de "sting" ("ferroada" ou "picada", em tradução livre). 

Bono e The Edge: Paul David Hewson e David Howell Evans (respectivamente)

Tanto Bono quanto The Edge, do U2, ganharam os apelidos que os consagraram ainda na juventude. Os dois eram membros de um grupo em que cada integrante tinha que escolher um nome para si. Bono, nascido Paul David Hewson, escolheu o seu depois de ver uma loja de aparelhos de surdez chamada "Bona Vox". Já Dave Howell Evans, o The Edge, ganhou o apelido por conta do formato angular de seu rosto (a palavra "edge", no inglês, quer dizer "borda", "beira") 

Baco Exu do Blues: Diogo Moncorvo

Baco Exu do Blues é o nome artístico escolhido por Diogo Moncorvo. “Gostava de blues e sempre me interessei por mitologia, por história. Baco é o deus do vinho, da loucura. Já Exu é o orixá que abre caminhos. Sempre soube que não era o demônio, como as pessoas diziam, mas não tinha dimensão exata do que representava”, afirmou o rapper ao jornal "Correio". 

Leonardo: Emival Eterno Costa

O cantor sertanejo Leonardo trabalhava em uma farmácia em Goiânia quando um colega de trabalho se tornou pai de dois meninos gêmeos: Leandro e Leonardo. Na época, Luís José da Costa (Leandro) e Emival Eterno da Costa (Leonardo) acharam os nomes ideais para seguirem carreira como uma dupla. Deu certo.

Cat Stevens/Yusuf Islam: Steven Demetre Georgiou 

Nos anos 1970, o cantor britânico Steven Georgiou era conhecido pelo seu nome artístico, Cat Stevens. A alcunha havia sido adotada em parte porque uma ex-namorada certa vez lhe disse que ele tinha "olhos de gato", mas principalmente porque ele achava que ninguém iria a uma loja para comprar o álbum de "Steven Demetre Georgiou". Em 1977, o artista se converteu ao islamismo e adotou o nome de Yusuf Islam.

Freddie Mercury: Farrokh Bulsara

Essa todo mundo aprendeu vendo "Bohemian Rhapsody", né? Nascido em Zanzibar, na Tanzânia, Farrokh Bulsara passou a se chamar "Freddie" quando estava na escola na Índia. Por volta de 1970, ele alterou seu nome legalmente. 

Gal Costa: Maria da Graça Costa Penna Burgos

No começo da carreira, Gal ainda era chamada por seu nome de batismo, Maria da Graça. Algumas pessoas em Salvador a conheciam como Gracinha. Veio de um produtor a ideia de chamá-la de "Gau", primeiro com U, depois, "Gal", com L.

Djonga: Gustavo Pereira Marques

Gustavo Pereira Marques passou a se chamar Djonga graças ao amigo Hot Apocalypse, do rap psicodélico, que tinha a mania de dar o apelido para qualquer pessoa. "No Sarau Vira-Lata, a gente escrevia o nome das pessoas no papel para elas recitarem poesia. Um dia, eu estava atrasado e pedi para ele escrever o meu nome no papel, e ele escreveu 'Djonga'. Quando chamaram 'Djonga', o pessoal riu e fui lá recitar. Foi algo que marcou, e eu fui virando 'Djonga' aos poucos", contou o rapper em entrevista para a Red Bull

Maria Gadú: Mayra Corrêa Aygadoux

Maria Gadu é o nome que Mayra Corrêa Aygadoux escolheu para cimentar a sua carreira. Mayra foi uma escolha de seu pai de sangue, Moacir Corrêa. "Ele me registrou no dia errado, na hora errada e com o nome que ele quis: Mayra”, revelou em entrevista ao "Programa do Jô", em 2013. Mais tarde, ela escolheu Maria e "Gadu" como um diminutivo do sobrenome de origem francesa adotado de um de seus pais de criação, Marc Aygadoux. 

Zizi Possi: Maria Izildinha Possi

Essa é fácil, né? Zizi vem de “Izildinha”.

Puff Diddy: Sean Combs

O governo americano o conhece como Sean Combs, mas você e o mundo do hip-hop provavelmente já não fazem a menor ideia de sob qual alcunha ele responde atualmente. Quando estourou em 1997 com "Can’t Nobody Hold Me Down”, ele era Puff Daddy. Depois, acrescentou um Y ao nome e virou Puffy. Aí passou a se chamar P. Diddy e, em 2005, só Diddy.

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