6 motivos que fizeram de Whitney Houston uma inspiração para os LGBT
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6 motivos que fizeram de Whitney Houston uma inspiração para os LGBT

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Whitney Houston, a inesquecível cantora de “I Will Always Love You”, foi uma das maiores e mais bem sucedidas artistas femininas de toda a história. Mundialmente conhecida pela potência vocal, ela sempre será lembrada pelo charme, inteligência, talento e pelo jeito um tanto ácido de ser.

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 Por conta do seu talento e também por ter tido a sexualidade descrita como “fluida” por amigos e familiares no documentário “Whitney” (2018), listamos aqui os motivos que tornam a cantora não só uma inspiração, mas também um ícone para a comunidade LGBT.

Ela era a rainha do shade

Whitney era muito boa com palavras e não tinha medo de usá-las. Em 1990, no auge das rivalidades entre divas da música, perguntaram: "O que você pensa sobre Mariah Carey?" e ela respondeu: "Eu não penso nela". Essa resposta por si só é um exemplo do que o público LGBT costuma chamar de shade — um comentário ácido, quase venenoso.

Ah… aquele sorriso!

A beleza de Whitney era um bônus. Antes da carreira musical, ela foi modelo, assinou com a agência nova-iorquina Wilhelmina Models, aos 16 anos, e apareceu nas grandes revistas “Seventeen”, “Glamour” e “Cosmopolitan”. Com um sorriso que poderia iluminar os quartos mais escuros, um adorável senso de estilo e uma presença marcante na frente da câmera, ela era deslumbrante.

Whitney Houston fotografada em fevereiro de 1982, quando era uma formanda do Ensino Médio / Foto: Getty Images
Whitney Houston fotografada em fevereiro de 1982, quando era uma formanda do Ensino Médio / Foto: Getty Images

O carisma dela na série ‘Being Bobby Brown’

Em 2005, foi ao ar o programa que acompanhou Whitney e o marido, Bobby Brown, também cantor, por alguns meses e nos deu uma visão do quão divertida a cantora era na vida privada. Mesmo com câmeras registrando seu cotidiano, ela parecia muito à vontade com a equipe de filmagem e sua a personalidade roubou a cena em diversos momentos do reality show.

Hits ‘sem gênero’

Muitos artistas atuais produzem músicas mirando o público LGBT — como fazem Hayley Kiyoko e Troye Sivan —, mas nem sempre foi assim. No passado, canções sobre relacionamentos homossexuais ou que simplesmente não definiam o gênero do interlocutor não eram comuns, mas Whitney teve várias, incluindo “Saving All My Love For You”, “My Love Is Your Love” e “I Wanna Dance With Somebody”.

‘It's Not Right But It's Okay’ (Thunderpuss Remix)

O remix da música “It's Not Right But It's Okay” já foi lançado no álbum de maiores sucessos de Whitney e, definitivamente, é um dos mais puros hits internacionais LGBTQ. Se fosse possível engarrafar a alegria que preenche um lugar cheio de gays quando ela toca, muitos males seriam curados. Não deveria haver nada além de respeito por esse marco musical.

Suas lutas

Whitney Houston lutou contra a dependência de drogas e, por isso, enfrentou fortes críticas da mídia. É comum que mulheres batalhadoras e resilientes sejam exemplos inspiradores de luta frente a adversidades para quem se identifica como LGBT. Pessoas como Whitney são fonte de esperança para qualquer um que busca um símbolo de força.

Com informações da “Billboard”.

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