Álbuns que deram o gás em 2019 e você precisa conhecer
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Álbuns que deram o gás em 2019 e você precisa conhecer

Os discos e os CDs podem não vender tanto quanto no passado, mas não há nada como saber que seu artista favorito lançou um álbum novo. Ano após ano, fãs de todos os gêneros musicais aguardam ansiosamente pelas melhores novidades dos seus ídolos. Alguns (como os fãs de Ariana Grande) até têm mais sorte que outros (alô, Navy da Rihanna!) e chegam a ganhar dois álbuns de inéditas em menos de um ano. E, em pleno 2019, os compilados completos costumam ficar a apenas um clique de distância nas plataforma de streaming.

Com o fim de 2019 se aproximando, podemos dizer que os últimos 12 meses foram movimentados quando falamos de lançamentos. Foram horas e mais horas escutadas mundo afora e a gente tem certeza que você também tem seus preferidos. Então chegou a hora de relembrar aqueles álbuns que deram o gás em 2019. Não perde tempo aí, não. Se você ainda não ouviu qualquer um deles, é hora de pegar uma Coca-Cola Sem Açúcar, mergulhar nessa seleção de ouro que o Reverb fez e se preparar para 2020. Porque Coca-Cola te dá o gás para aproveitar cada instante do verão, do seu jeito.

‘AmarELO’, de Emicida

Outubro terminou com a enxurrada de doçura e amor que “AmarELO”, do Emicida, trouxe para os amantes do rap. O álbum deu um passo além ao suceder “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa…”, de 2015, falando de temas sensíveis com muito afeto e repleto de amigos e vozes talentosas, não só do mundo da música. Tem MC Tha, Majur, Pabllo Vittar e, veja só, Fernanda Montenegro.

‘When We Fall Asleep, Where do We Go?’, de Billie Eilish

Billie Eilish chegou com o pé na porta para cravar o seu nome como o primeiro de uma popstar nascida nos anos 2000. A cantora lançou “When We Fall Asleep, Where do We Go?” em março e mostrou para a indústria da música como misturar influências dos mais diversos gêneros musicais e transformar tudo em um som único e inovador. O álbum ainda foi escrito e produzido em família, pela artista e seu irmão, Finneas O'Connell.

‘thank u, next’, de Ariana Grande

Lembra do que falamos aí em cima? Pois é, “thank u, next” foi o segundo álbum lançado por Ariana Grande em menos de seis meses. “Sweetener”, seu antecessor, havia saído em agosto de 2018. Em fevereiro deste ano, Ari soltou o compilado repleto de emoções vindas de um ano difícil para a cantora. Ela viu um atentado terrorista acontecer após um show seu em Manchester, na Inglaterra, além de passar pela perda de seu ex-namorado, o rapper Mac Miller, que morreu em decorrência de uma overdose. O projeto tem misturas de baladas pops com pegadas de R&B e rock.

‘<atrás/além>’, de O Terno

O quarto álbum de O Terno, “<atrás/além>”, traz, como grupo, o que Tim Bernardes já havia apresentado um pouco em seu projeto solo com “Recomeçar”. Ao lado de seus colegas de banda, Biel Basile (bateria) e Guilherme d'Almeida (baixo), ele recebe convidados estrangeiros como Devendra Banhart e Shintaro Sakamoto.

‘Igor’, de Tyler, the Creator

Não dá para falar de “IGOR” sem se derreter para a voz adocicada pelo R&B da qual Tyler, the Creator usa e abusa em seu quinto álbum de estúdio. Destaque para “EARFQUAKE”, primeira música do rapper a figurar na lista de mais tocadas da “Billboard”. Puro ouro e não à toa foi indicado como melhor álbum de rap no Grammy 2020.

‘Norman Fucking Rockwell’, de Lana Del Rey

Rainha da sofrência soturna, Lana del Rey decidiu homenagear um famoso ilustrador americano ao dar nome para seu sexto álbum, “Norman Fucking Rockwell!”. O título também serviu a uma das faixas do disco, que fala sobre um artista genial que "se acha" e não consegue parar de falar sobre isso. Profundo e filosófico como só Laninha sabe ser.

‘I Used To Know Her’, de H.E.R.

H.E.R. juntou o melhor do melhor de dois EPs lançados em 2018, “I Used to Know Her: The Prelude” (2018) e “I Used to Know Her: Part 2” (2018), para montar o álbum “I Used to Know Her”. A compilação rendeu a Gabriella Wilson, seu nome de batismo, sua segunda indicação consecutiva na categoria álbum do ano, no Grammy 2020. Na edição deste ano, ela havia concorrido com “H.E.R.”, álbum que também unia faixas de dois EPs anteriores. Vale lembrar que a cantora esteve no Rock in Rio 2019, quando se apresentou no Palco Mundo.

‘Próspera’, de Tássia Reis

Tássia Reis retornou com sua voz marcante com “Próspera”, seu terceiro álbum. O projeto chegou ao público três anos depois de “Outra Esfera”, seu trabalho anterior, falando de autocuidado e de força em dias difíceis. Para os amantes de “Grey's Anatomy” ou “Scandal”, tem até uma pequena homenagem à Shonda Rhimes, criadora das séries, com a música “Shonda”.

‘Reconstrução’, de Tiago Iorc

Depois de sumir das redes sociais e viver fora dos holofotes da mídia por mais de um ano, Tiago Iorc reapareceu de surpresa em uma manhã de domingo ao divulgar, sem anúncio prévio, o álbum “Reconstrução”. Para quem andava “desaparecido”, foi um reencontro daqueles com os fãs. O álbum fala de amor e traz vídeos para cada uma das faixas

‘Cuz I Love You (Deluxe)’, de Lizzo

A gente nunca vai parar de exaltar o sucesso de Lizzo este ano. A cantora americana lançou seu terceiro álbum, “Cuz I Love You”, o primeiro por uma grande gravadora, e nos trouxe hits empoderados como “Juice”, “Truth Hurts” e “Like a Girl”. Não é de se surpreender que Melissa, nome verdadeiro da artista, tenha recebido oito indicações para o Grammy, entre eles, o de artista revelação.

‘When I Get Home’, de Solange

Solange não cansa de fazer álbuns bons, e isso fica cada vez mais claro. Depois de “A Seat at the Table” (2016) — obra da melhor qualidade para os amantes de do neo-soul e do R&B —, a cantora usou sua cidade natal, Houston, como pano de fundo para “When I Get Home”. O projeto tem um quê de jazz, mas bastante movimentado por batidas eletrônicas e pegadas de hip-hop.

‘Rito de Passá’, de Mc Tha

MC Tha buscou em suas raízes da umbanda a inspiração que precisava para criar “Rito de Passá”. Com participações de Jaloo e Felipe Cordeiro, o primeiro álbum de estúdio da cantora paulistana imprime em som referências do funk, da MPB e, é claro, dos tambores dos terreiros.

‘Jesus Is King’, de Kanye West

Kanye West prometeu “Yandhi” e entregou “Jesus Is King”. Inspirado pela série de cultos que vinha promovendo ao longo do ano, o rapper decidiu fazer um álbum embebido da fonte do gospel depois de se converter ao evangelho. Se isolou no meio do estado americano de Wyoming e produziu o disco em uma espécie de comunidade cristã. Tem participações do duo Clipse, do rapper Ty Dolla Sign, Kenny G entre outros.

‘i, i’, de Bon Iver

Bon Iver lançou “i,i”, seu quarto álbum, em agosto e foi indicado, entre outras categorias, como álbum do ano no Grammy 2020. Para Justin Vernon, líder da banda, o trabalho foi o mais honesto e generoso já feito pelo grupo, cujo último lançamento havia sido “22, A Million”, de 2016.

‘Lover’, de Taylor Swift

Depois do parcialmente sombrio “reputation” (2017), Taylor Swift voltou colorida e lacradora em “Lover”. Em “You Need to Calm Down”, uma das faixas do álbum, a cantora levanta a voz para debochar de homofóbicos e defender a comunidade LGBTQ+. Já em “ME!”, Taylor fala sobre amar suas individualidades em uma parceria com Brandon Urie, do Panic! At the Disco.

‘Abaixo de Zero: Hello Hell’, de Black Alien

Em “Abaixo de Zero: Hello Hell”, Gustavo Ribeiro, conhecido como Black Alien, fala com muita clareza sobre sua vida como dependente químico e mostra, com muita sinceridade, que há um caminho para a recuperação. O trabalho, com letras fenomenais, é mais um exemplo para ilustrar o porquê de Gustavo ser um dos nomes mais importantes do rap nacional.

‘The Big Day’, Chance The Rapper

Depois de esperar três anos pelo sucessor do incrível EP “Coloring Book” (2016), realmente foi um grande dia quando “The Big Day” chegou às nossas mãos. O álbum de estreia de Chance The Rapper foi lançado em julho de 2019 com uma narrativa totalmente influenciada pelo dia do casamento do rapper com sua mulher, Kirsten Corley (daí o nome, “o grande dia”). Os dois oficializaram a união em março deste ano. “The Big Day” tem um monte de colaborações legais, que incluem Nicki Minaj (duas vezes!), John Legend e Shawn Mende

‘Father of the Bride’, de Vampire Weekend

O Vampire Weekend não lançava um álbum desde 2013 e voltou com tudo, para a alegria dos indies, em “Father of the Bride”. Depois da saída de Rostam Batmanglij, Ezra Koenig, líder do grupo, foi atrás de bons colaboradores para montar o disco. Veio com participações de Danielle Haim, uma das irmãs do trio Haim, Steve Lacy, Mark Ronson e até do próprio Batmanglij, que assina “We Belong Together” e produz “Harmony Hall”.

Tem rap, tem pop, tem indie, tem para todos os gostos musicais. Em 2019, não faltou opção para quem gosta de descobrir artistas novos e apreciar sons diferentes. E sabe o que é ainda melhor? Curtir essa lista com uma Coca-Cola Sem Açúcar: a combinação perfeita para dar o gás e mandar bem nesse fim de ano.

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