Após pressão popular, academia do Grammy convida 900 mulheres para seu corpo de jurados
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Após pressão popular, academia do Grammy convida 900 mulheres para seu corpo de jurados

Movimentos como #OscarsSoWhite e #MeToo estão reverberando diretamente nas decisões da indústria cinematográfica e fonográfica. Premiações como o Oscar já fizeram mudanças significativas, convidando para a cerimônia de 2018 novos 928 membros de 59 países diferentes. E a Academia da Música, responsável pelo Grammy, está seguindo a mesma linha.

Nesta terça-feira, a premiação anunciou que convocará 900 novos membros para o júri do ano que vem — no total, chegam a ser 13 mil membros. De acordo com a "Billboard", todas as pessoas convidadas são mulheres, negras e brancas, de até 39 anos. Elas estão envolvidas no universo musical, sendo compositoras, produtoras, cantoras e musicistas.

A medida foi tomada graças à pressão popular e artística, que denunciou a falta de diversidade na cerimônia deste ano, realizada em janeiro. Não à toa, a hashtag #GrammysSoMale ficou entre as mais comentadas do Twitter na época. Alguns artistas chegaram a boicotar a cerimônia, como Drake e Frank Ocean.

Ainda não está claro, no entanto, se as novas diretrizes do Grammy irão afetar a versão latina da premiação, que tem um corpo de jurados diferenciado.

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