Beyoncé, Drake, Fall Out Boy, Lilly Allen... Todo mundo quer um pedaço de Burna Boy, o nigeriano mais querido da indústria pop
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Beyoncé, Drake, Fall Out Boy, Lilly Allen... Todo mundo quer um pedaço de Burna Boy, o nigeriano mais querido da indústria pop

Há anos o nigeriano Damini Ogulu, a.k.a Burna Boy, vem progredindo rumo ao sucesso mundial. Aos 28 anos, ele lançou seu primeiro álbum, "Best of Burn Series, Vol 1", em 2011. E agora, com outros cinco discos no currículo — o mais recente, "African Giant", foi lançado neste ano —, tem todos os indícios de que realmente chegou lá. Considerado hoje o maior expoente da afro-fusion, Burna se tornou o africano preferido para aquele feat. agregador graças a uma pseudoajudinha de Drake, que sampleou uma de suas músicas na faixa "Get It Together", da mixtape "More Life".

O rapper canadense se recusou a dar os créditos necessários a Burna Boy na mixtape, como informou o site "Okay Africa". Ainda assim, o nome do nigeriano chegou ao conhecimento de muitos ouvintes antenados. Então, ponto para ele!

Em 2018, ele conseguiu o reconhecimento merecido ao lado de outros artistas, como Lily Allen, com quem colabora na faixa "Your Choice", e o Fall Out Boy, que convidou Burna para cantar em "Sunshine Riptide". Mas o feat. divisor de águas veio mesmo nesse ano, quando o nigeriano dividiu vocais com Beyoncé em "Ja Ara E", do novo disco da cantora, "The Lion King: The Gift".

De acordo com dados da "Billboard", o segundo álbum da carreira do artista, "L.I.F.E — Leaving an Impact for Eternity" (2013), alcançou a sétima colocação entre os discos de reggae mais ouvidos daquele ano. O trabalho anterior a "African Giant", "Outside" (2018) foi ainda mais longe e ficou na terceira posição nessa mesma lista.

Em 2019, Burna Boy venceu o prêmio de artista internacional no BET Awards e foi destacado pela Apple Music como um dos artistas do momento no mês de julho. Ou seja, o cara — que é empresariado pela própria mãe, Bose Ogulu — está com moral.

Em entrevista à "Billboard", o cantor explicou que "African Giant" é seu disco mais pessoal. Para Burna, seus ouvintes nos EUA até têm dificuldade de entender o que ele diz, mas eles "compreendem a vibe". "Tudo começou na África, até a música. Com o tempo, as coisas vão voltar para suas origens. As músicas da África ressoam na alma", declarou ele.

Burna Boy cresceu em Port Harcourt, no sul da Nigéria, onde seu pai administrava um negócio de soldagem e sua mãe era palestrante e tradutora. A veia artística ele puxou do avô materno, que empresariou ninguém menos do que o mito nigeriano Fela Kuti (1938-1997)— um grande ídolo e inspiração para Burna, obviamente.

Com a fama em seu ápice, Burna divide seu tempo entre Nigéria, Los Angeles e Londres. Tendo alcançado grandes feitos, ele ousa sonhos ainda mais altos, como tocar em um estádio na China. Antes disso, no entanto, embarca em uma turnê internacional, que começa por Toronto, no dia 9 de agosto.

Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram

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