Britney, Oasis, Madonna… 20 álbuns que merecem uma comemoração de 20 anos em 2020
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Britney, Oasis, Madonna… 20 álbuns que merecem uma comemoração de 20 anos em 2020

2020 chegou e, para muita gente, ainda é estranho pensar que já se passaram 20 anos, desde a virada da década de 1990 para os anos 2000 — mas é verdade. O mundo girou, literalmente, e cá estamos nós adentrando uma nova era: os anos 2020. Já parou para pensar quanta água já rolou na indústria da música nesse tempo todo? Se na virada dos anos 2000 a vida ainda não tinha nos presenteado com streamings e iPods, hoje não faltam serviços que possibilitam ouvir os álbuns que quisermos.

Mergulhando na nostalgia, decidimos listar alguns álbuns que completam 20 anos em 2020. Aqueles que, quando saíram, muita gente foi correndo na loja para comprar o CD (ou baixou ilegalmente pelo Napster, Kazaa ou outra ferramenta do tipo). Se você é um fã de música pop, se prepara, porque é só obra-prima atrás de obra-prima (spoiler: sabe “Oops!.. I Did I Again”? Pois é.)

‘Standing on the Shoulder of Giants’, do Oasis

Em 2001, Noel Gallagher disse que o Oasis nunca deveria ter feito “Standing On The Shoulder Of Giants”, seu quarto álbum de estúdio. Isso porque, segundo ele, naquela época não existia nele o desejo de fazer música. Mas eles fizeram e o projeto fez as primeiras engrenagens girarem para que, anos mais tarde, Liam tivesse sucesso em sua carreira solo, graças aos créditos de composição em “Little James”.

‘The Marshall Mathers LP’, de Eminem

“The Marshall Mathers LP” quase se chamou “Amsterdam”. A capital holandesa inspirou Eminem a falar sobre drogas em suas músicas, o que o levou a escrever algumas das letras presentes no álbum. Controvérsias e críticas a parte — não foram poucas —, o esse foi o terceiro projeto de estúdio do rapper e apresentou um de seus maiores hits, “The Real Slim Shady”.

‘Rated R’, do Queens of the Stone Age

Lançado em junho de 2000, o “Rated R” foi o álbum responsável por alavancar o sucesso do Queens of the Stone Age. Com faixas como The Lost Art of Keeping a Secret e Feel Good Hit of the Summer, ele levou a banda ao reconhecimento da indústria e se tornou uma das maiores obras da banda de Josh Homme.

‘Mama's Gun’, de Erykah Badu

“Mama’s Gun” saiu em novembro de 2000 pela Motown. Era o segundo álbum da estrela do neo soul Erykah Badu. Com influências do funk, do soul e do jazz, ele traz composições bastante pessoas da cantora americana, entre elas “Bag Lady”, primeira faixa de Erykah a ficar entre as 10 mais ouvidas na lista da “Billboard”.

‘Parachutes’, do Coldplay

“Parachutes” foi o primeiro álbum oficialmente lançado pelo Coldplay e não é preciso dizer muito sobre seu sucesso. Com “Yellow”, “Shiver” e “Trouble”, Chris Martin, Guy Berryman, Johny Buckland e Will Champion fizeram um disco para entrar para a história do rock alternativo contemporâneo. O álbum integra, inclusive, o livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, de Robert Dimery.

‘Hybrid Theory’, do Linkin Park

O primeiro álbum do Linkin Park é um referencial para toda uma geração que viveu sua adolescência nos anos 2000. Foi com o disco que Chester Bennington, principal vocalista da banda, morto em 2017, expôs sua luta pessoal para superar problemas familiares na juventude e para largar drogas. “Hybrid Theory”, que tem “In The End” entre suas faixas, vendeu 30 milhões de cópias em todo o mundo.

‘Music’, de Madonna

Madonna havia lançado “Ray of Light” em 1998, mas, já em 2000, colocou “Music” na rua como uma obra mais experimental. Com uma pegada de pop com a dance music, a estética country da arte do álbum deu a Madge uma nova faceta. Não é preciso dizer que “Music” foi um sucesso estrondoso. Até mesmo a revista “Rolling Stone” o colocou como uma dos mais importantes de todos os tempos.

‘Oops!... I Did It Again’, de Britney Spears

Não, você não leu errado. Quando o relógio marcar meia-noite do dia 16 de maio, “Oops!... I Did It Again”, segundo álbum de Britney Spears, completará 20 anos. Lá se vão duas décadas desde que a princesinha do pop, então com 18 anos, repetiu o sucesso de seu álbum de estreia, “...Baby One More Time”, e nos deu hits como “Oops!... I Did It Again”, “Lucky” e “Stronger”. Que época!

‘Black & Blue’, de Backstreet Boys

O ano 2000 foi para os Backstreet Boys o que os anos 2010 foram para Justin Bieber. Naquela época, o grupo era o maior acontecimento da música pop no mundo, principalmente depois do estrondoso sucesso do álbum “Millennium”, lançado em 1999. O Black & Blue veio no ano seguinte.

Os Backstreet Boys na coletiva sobre a 'volta ao mundo em 100 dias', em 2000 / Foto: Getty Images
Os Backstreet Boys na coletiva sobre a 'volta ao mundo em 100 dias', em 2000 / Foto: Getty Images

Para promover o álbum, os Backstreet Boys fizeram uma viagem de 100 horas por várias cidades do mundo e uma das escolhidas foi o Rio de Janeiro. Brian, Kevin, Nick, Howie D e A.J. pararam Copacabana e acabaram fazendo um show da sacada do hotel. No ano seguinte, eles voltaram com a turnê oficial para um show no Maracanã. Curiosidade: sabe quem foi o ato de abertura de alguns dos shows dessa turnê? O Destiny’s Child de Beyoncé, Kelly Rowland e Michelle Williams.

‘Kid A’, de Radiohead

Em 2001, “Kid A” foi indicado como álbum do ano para o Grammy. A banda de Thom Yorke não levou o prêmio, mas o disco foi aclamado por publicações especializadas e chegou a ser chamado de álbum do ano por parte delas.

‘Brave New World’, de Iron Maiden

Bruce Dickinson havia deixado os fãs do Iron Maiden órfãos ao deixar a banda em 1993. “Brave New World” foi o primeiro trabalho dele depois de retornar ao grupo, em 1999. O título e a arte de capa do álbum foram inspirados na obra de mesmo nome de Aldous Huxley (traduzida para o português como “Admirável Mundo Novo”).

‘Can't Take Me Home’, de P!nk

A carreira de Alecia Moore, a Pink, começou com “Can’t Take Me Home”, seu álbum de estreia lançado em abril de 2000. Foi o começo de um caminho cheio de bons hits — a gente ainda está tentando se recuperar do show da Pink no Rock in Rio 2019 — e bons exemplos.

‘Not That Kind’, de Anastacia

Anastacia não ficou lá tão famosa no Brasil, mas uma música em especial fez a cantora ter uma popularidade momentânea por aqui. “I’m Outta Love”, faixa do álbum “Not That Kind”, bombou muito graças à sua inserção na trilha sonora da novela “Um Anjo Caiu do Céu”, exibida no mesmo ano. A cantora americana chegou até a fazer uma participação especial no folhetim.

‘Conspiracy of One’, de The Offspring

“Conspiracy of One” não foi um sucesso como “Americana”, álbum de 1998 do Offspring, mas o projeto que tinha “Original Prankster”, “Want You Bad” e “Million Miles Away” se saiu bem nas vendas e adorado por fãs de punk rock e pop punk.

‘All That You Can’t Leave Behind’, de U2

Tire o “All That You Can’t Leave Behind” do U2 e fãs da banda de Bono ficarão sem bons sucessos do grupo nas apresentações. O álbum tem nada menos do que músicas como “Beautiful Day, “Walk On”, “Elevation” e “Stuck in a Moment You Can't Get Out Of”. Não à toa, o álbum teve duas músicas escolhidas como gravação do ano no Grammy: “Beautiful Day”, em 2001, e “Walk On”, em 2002, fato possível graças às datas de lançamento das duas faixas como singles.

‘Crush’, de Bon Jovi

Antes de voltar com “Crush”, Bon Jovi não lançava um álbum havia praticamente cinco anos. O intervalo é, até hoje, o maior entre dois projetos da banda de Jon Bon Jovi. Apesar de tanto tempo sem música nova, o retorno foi com toda pompa merecida. “It’s My Life”, principal single do álbum, teve o toque de Midas de Max Martin, produtor sueco. O álbum foi o primeiro da banda a ser indicado a um Grammy.

‘No Strings Attached’, de ‘N Sync

O ano 2000 foi emblemático na música pop. Naquele ano, o ‘N Sync colocou nas lojas o “No Strings Attached”, álbum que nos deu músicas como “Bye Bye Bye”, “It’s Gonna Be Me” e “This I Promise You”. A capa do álbum trazia os cinco integrantes do grupo — Justin Timberlake entre eles — como marionetes, cenografia repetida no videoclipe de “Bye Bye Bye” e também na turnê do álbum (sim, aquela que veio ao Brasil no Rock in Rio 2001).

‘Who Needs Guitars Anyway?’, de Alice Deejay

“Who Needs Guitars Anyway?”, o primeiro e único álbum do projeto de trance music Alice Deejay, tinha um nome para lá de afrontoso (“Quem precisa de guitarras, afinal?”, em tradução livre), mas os holandeses mostraram que boa música pode ser, claro, feita sem o instrumento. Desse álbum saíram “Back In My Life” e a apoteótica “Better Off Alone”.

‘Warning’, de Green Day

Uma semana antes de ser lançado, “Warning” acabou vazando no Napster. O vazamento antes da hora pode ter sido uma das causas para o álbum não ir tão bem nas vendas quanto seus antecessores.

‘Forever’, de Spice Girls

O último álbum de inéditas das Spice Girls saiu com uma Spice a menos. Geri Halliwell havia deixado o grupo em 1998. Dos três álbuns lançados pelo girl group, “Forever” foi o que teve menos sucesso, mas ainda assim transformou “Holler” e “Goodbye” — que havia sido lançada em 1998 mas foi colocada no álbum — em dois sucessos.

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