Cantores e bandas estrelam trabalhos escolares e acadêmicos
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Cantores e bandas estrelam trabalhos escolares e acadêmicos

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Quando você é um adolescente apaixonado pela sua banda favorita, tudo o que você quer fazer é falar sobre ela. A  paixão do juvenil beira quase à obsessão. Tanto que, em toda e qualquer oportunidade que nos é dada, o que fazemos? Cantamos ou contamos alguma curiosidade sobre o artista que admiramos. 

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Seguindo esse caminho, fica fácil imaginar que os ídolos, em algum momento, acabam se tornando objeto de estudo para um trabalho escolar ou acadêmico. Foi assim com Liv Brandão, nossa editora-chefe aqui no Reverb, Liv Brandão, que analisou o lançamento de "In Rainbows", do Radiohead, no trabalho de conclusão de curso da faculdade de jornalismo. Foi assim para mim, redatora que vos fala, que usei o Evanescence (sim, eu vivi essa fase, inclusive falo dela aqui) como objeto de análise para uma prova oral do curso de alemão.

O site da “NME” reuniu algumas histórias parecidas e a identificação rola solta porque é aquela velha máxima: “fã é tudo igual”. 

"Durante uma aula de teologia na minha escola católica, todo mundo tinha que escolher uma música para um momento de meditação. Eu escolhi 'Who Feels Love' do Oasis, no que deve ter se tornado a única vez na história em que o Oasis foi citado em uma aula de religião".

"Eu escrevi uma fan fic levemente homoerótica inspirada nos Manic Street Preachers para uma aula de redação criativa. Foi considerado inadequado". 

"Durante uma aula de inglês eu tinha que retratar uma celebridade moderna como um dos personagens de 'Otelo' (de Shakespeare). Eu montei todo um debate comparando Iago ao Pete Doherty, dos Libertines (ou seja, mau, mas incompreendido). A coisa toda se excedeu tanto que eu fui convidado a me retirar da sala". 

"Eu costumava escrever pequenas histórias sobre pessoas chamadas Liam e Damon", disse Charlie Gunn, em referência ao eterno conflito entre Liam Gallagher, do Oasis, e Damon Albarn, do Blur.  

"Eu citei os versos de 'The World Has Turned And Left Me Here', do Weezer, como um exemplo de formas alternativas de poesia em uma aula de inglês". 

"Na minha palestra sobre Kurt Cobain na aula de inglês, eu discorri sobre como eram misóginas as pessoas que achavam que Courtney Love prejudicava o Kurt. Foi um sucesso em uma sala de aula cheia de fãs adolescentes do Limp Bizkit. Eu também escrevi um estudo sobre a Courtney que terminava com um verso de 'Old Age'".  

"Alguém escreveu um poema sobre o Kurt Cobain na escola e quando nós vimos a nota baixa pendurada no corredor, discutimos com a professora até ela aumentar a nota". 

"Eu tinha que fazer uma moldura de foto então fiz uma em que meu ingresso do show do Good Charlotte se encaixasse perfeitamente".

"Fiz um projeto de arte que levou três meses e que basicamente consistia em montar a letra de 'Adam's Song', do Blink 182, recortado de páginas de jornais". 

"Eu fiz uma apresentação no powerpoint sobre o Green Day. O tema era 'faça uma apresentação sobre alguém que você admira'. Todo mundo falou sobre personalidades históricas etc. Espero ter feito jus à letra de 'American Idiot'. Acho que recebi uma boa nota". 

 Leia a matéria na íntegra (em inglês) aqui.                                            

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