Cat Stevens conta as histórias por trás de suas canções clássicas 'Wild World' e 'First Cut Is The Deepest'
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Cat Stevens conta as histórias por trás de suas canções clássicas 'Wild World' e 'First Cut Is The Deepest'

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Cat Stevens, ou Yusuf Islam, nome adotado após se converter ao islamismo, é um músico britânico brilhante, responsável por grandes hits lançados entre os anos 1960 e 1970, como "Wild World", "Father And Son", "Moonshadow", "Morning Has Broken" e "Peace Train". Ele andou evitando a fama por um tempo, mais precisamente de 1978 a 2005, para focar na parte espiritual - despertada bem antes, aos 21 anos, quando contraiu uma tuberculose. Mas, para nossa sorte, na virada do milênio, Cat Stevens voltou a fazer música, e prepara-se para lançar o sucessor de "The Laughing Apple", de 2017, em 2020.

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Em entrevista à "Billboard", o homem de 70 anos, que será introduzido a Songwriters Hall of Fame em 2019, contou as histórias por trás de algumas de suas canções clássicas, bem como revelou fatos curiosos, como o título de seu musical favorito. Abaixo, selecionamos os trechos mais interessantes dessa conversa.

Cat Stevens/Getty Images
Cat Stevens/Getty Images

Yusuf comentou que, antes de criar hits como "Moon Shadow", "Wild  World" e "Father and Son", ele vivia em uma área no centro de Londres conhecida como West End (uma espécie de gêmea da Broadway). Por conta dessa proximidade física a tantos espetáculos teatrais e de música, ele considerou que grande influencia para escrever suas canções de sucesso partiram dos musicais. Falando nisso, ele declarou sua predileção por "Amor, Sublime Amor", com trilha sonora de Leonard Bernstein e Stephen Sondheim. 

Sobre um de seus maiores sucessos, "Wild World", Yusuf disse que foi a "música de despedida" para uma ex-namorada na época, a modelo Patti D'Arbanville. As carreiras dos dois decolaram ao mesmo tempo, então. "Pareciam dois mundos diferentes", compara. "Também era um pouco como se eu estivesse falando para mim mesmo, sobre os perigos e armadilhas da profissão." O compositor aprova o uso da canção no seriado "Skins":  "Também é uma canção sobre mães. É duro para uma mãe ver o filho sair de casa".

"First Cut Is The Deepest", por sua vez, também trata-se de uma faixa para corações partidos. "É sobre o fim do relacionamento com um dos meus primeiros amores", lembrou. Cat confessa que tentou compor uma balada soul para seu ídolo da época, Otis Redding (morto precomente em 1967), usando os poucos acordes que conhecia. Ele tem como preferida a versão de Rod Stewart.

 "Morning Has Broken" é um hino cristão do século 20, baseado em melodia escocesa gaélica tradicional, que Cat Stevens tirou de um livro religioso. "Poucas pessoas sabem que essa canção sequer é minha. A única coisa que fiz foi criar meu próprio arranjo", adicionou. Já a ideia para compor "Peace Train" surgiu durante uma viagem de trem pelo Reino Unido. Ela se refere à época da guerra do Vietnã, quando o movimento hippie de paz e amor começou a aflorar.   

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