Cazzu, Nathy Peluso, Dakillah... 5 mulheres que dominam o trap na Argentina
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Cazzu, Nathy Peluso, Dakillah... 5 mulheres que dominam o trap na Argentina

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Elas começaram em praças públicas ou no YouTube. Cantavam cumbia ou faziam covers de jazz. Usaram as redes sociais como forma de se comunicar com o público e ali começaram a construir seus nomes. Elas são cinco cantoras de trap argentino com menos de 30 anos. Todas compositoras, são mulheres que têm ganhado cada vez mais espaço na música latina pelo talento na rima e atitude no gênero musical de batidas secas e sintetizadores. 

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Listamos 5 mulheres argentinas que estão fazendo uma revolução no trap do país:

Cazzu

Ela é conhecida como Cazzu, mas seu nome de verdade é Julieta Cazzucheli. O amor pela música começou a surgir aos 10 anos, com o punk e o reggaeton. Depois, se juntou a uma banda de cumbia, Juli K, em que era a única mulher. Ao se mudar para Buenos Aires, um tempo depois, ela decidiu se aventurar pelo trap. Atualmente, ela acaba de lançar seu segundo álbum, "Error 93", com dez faixas. No YouTube, Cazzu, hoje aos 24 anos, acumula milhões de visualizações. Se quiser uma dica de onde começar, ouça "Chapiadora". 

Dakillah

Aos 18 anos, Morena Jabulij já é um dos maiores fenômenos do trap da Argentina. Sob a alcunha de Dakillah, seu single "Number One" tem oito milhões de visualizações no YouTube e ela já até gravou música o funkeiro paulistano MC Pedrinho. A carreira de Dakillah começou nas batalhas de freestyle em Buenos Aires. O talento e a rapidez no improviso rapidamente chamou a atenção de todos. Este ano, ela foi uma das atrações do Lollapalooza em terras hermanas. 

Nathy Peluso 

Nathy nasceu na Argentina, mas se mudou para a Espanha aos dez anos. Da cidade de Luján, a jovem foi para Alicante, por decisão dos pais. Lá, estudou teatro, ginástica rítmica e desenvolveu a voz cantando Ella Fitzgerald e Nina Simone em bares e hotéis da cidade. Encontrou na mistura de soul, hip-hop e salsa um lugar para chamar de seu. Também pelo YouTube, viu seus vídeos fazerem sucesso e atualmente já lançou dois álbuns: "Esmeralda” (2017) e "La Sandugera" (2018). A música "Corashe" deu origem ao título de seu livro, "Dejá que te combata", que fala sobre sua vida, música e carreira. 

Naomi Preizler

Naomi já rodou o mundo antes da música entrar na sua vida. Aos 27 anos, ela já teve uma carreira como modelo que a permitiu morar em Londres, Nova York e Paris. Ao retornar para a Argentina, começou a fazer música de forma experimental. Em 2016, lançou o single "I'm a Model", em que fazia críticas à sua carreira anterior. Sua música mais popular é "Fama de Puta", cujo título também dá nome a uma festa produzida por ela. O sucesso também a levou até o palco do Lollapalooza de 2019.  

Femigangsta

Agnes Simon tem 25 anos e nasceu na cidade de Zapala. Em 2011, se mudou para Buenos Aires onde começou a cursar Direito na universidade. Foi no curso da graduação que começou a se aproximar da luta feminista, tema recorrente em suas letras e até mesmo no nome que escolheu para representá-la. Agnes também costuma fazer shows como DJ.

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