Com ajuda do Brasil, indústria fonográfica volta a crescer após 11 anos em declínio
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Com ajuda do Brasil, indústria fonográfica volta a crescer após 11 anos em declínio

Há 11 anos em declínio, o mercado da música voltou a crescer, como revelou o relatório anual da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI). De acordo com o levantamento feito em 2018, a indústria lucrou US$ 19,1 bilhões, maior número desde o ápice registrado em 2007, quando chegou a US$ 18,4 bilhões. É importante notar que, do total acumulado no último ano, 47% é referente aos serviços de streaming por assinatura, como Spotify e Apple Music, e plataformas com anúncios, como YouTube. Esse setor, em geral, cresceu 34% em relação a 2017.

Se, por um lado, o streaming mostrou um aumento considerável, não se pode dizer o mesmo da venda de álbuns físicos e digitais. A comercialização destes tipos de formatos caiu em 10% e 21%, respectivamente. Desta forma, pode-se dizer que esta é a pior marca da história.

De volta às boas notícias, o relatório confirmou que América Latina, América do Norte e Ásia são os maiores responsáveis pelo crescimento no mercado da música. E o Brasil está entre os países que estimularam a evolução da indústria. O que apresenta o maior mercado é os EUA, seguido por Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Coréia do Sul, China, Austrália, Canadá e Brasil.

O levantamento ainda apontou quais foram os dez artistas mais ouvidos do ano passado. São eles: Drake, BTS, Ed Sheeran, Post Malone, Eminem, Queen, Imagine Dragons, Ariana Grande, Lady Gaga e Bruno Mars.

Para ler o relatório completo, disponível em inglês, basta clicar neste link.

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