Como a realidade virtual pode afetar nossa maneira de ver shows
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Como a realidade virtual pode afetar nossa maneira de ver shows

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Alguns estudiosos e profissionais de produção cultural juram que, em pouco tempo, os shows ao vivo passarão a acontecer apenas no ambiente virtual. Eles creem que a realidade virtual poderá oferecer ao fã uma experiência mais interativa e íntima sob a justificativa de não ter que arcar com o custo de ingressos, transporte, alimentação e bebidas. Acontece que, até o momento, não criaram nada tão especial quanto assistir ao seu artista favorito cantando bem na sua frente, ao vivo. Ele ali, feito de carne e osso. 

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Também não inventaram nada tão gratificante para um artista quanto ver seus admiradores cantando suas músicas em diversos lugares do mundo. Ou seja, o show ao vivo não vai morrer. Portanto, se aliadas, as experiências ao vivo e de realidade virtual podem, sim, ser uma alternativa bacana para o futuro dos shows. Quem explica isso é Imogen Heap, cantora queridinha de Ariana Grande, que gravou uma apresentação em realidade virtual para seus fãs. Tudo foi feito na casa da artista. Assista ao vídeo abaixo no qual ela fala sobre o processo:

Segundo Adam Arrigo, CEO da TheWaveVR, empresa que colaborou com Imogen em sua apresentação de realidade virtual, o mecanismo é capaz de "acabar com as distâncias entre o artista e o público". É uma visão otimista da coisa, mas real, dentro das possibilidades de alcance facilitados por experiências digitais, que se tornarão cada vez mais comuns. Não vamos nos esquecer do aplicativo Firstage, que coloca músicos para tocar onde você quiser usando a realidade aumentada.

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