Flea, do Red Hot Chili Peppers, lança autobiografia centrada em sua infância, 'Acid for the Children', em novembro
Entretenimento

Flea, do Red Hot Chili Peppers, lança autobiografia centrada em sua infância, 'Acid for the Children', em novembro

Publicidade

Flea, baixista do Red Hot Chili Peppers, finalmente terminou o livro de memórias de sua infância que está trabalhando desde 2014. Ele se chama "Acid For the Children", tem 400 páginas e será lançado oficialmente no dia 5 de novembro. Fãs podem comprar a autobiografia antes em sites como a Amazon, onde está acontecendo a pré-venda nos formatos físico e audiolivro. 

LEIA MAIS: 20 anos depois, 'Californication', do RHCP, continua um grande álbum

VEJA TAMBÉM: John Frusciante faz participação rara tocando guitarra em disco de músico indonésio

A cantora e poetisa Patti Smith, de 72 anos, foi convidada para escrever o prefácio da obra, que traz em sua capa uma fotografia do jovem Flea fumando (veja abaixo). 

"Acid for the Children" é descrito como um livro que "procura levar os leitores a uma viagem pessoal profundamente reveladora sobre os anos de formação de Flea", segundo o site "Consequence of Sound". As páginas da autobiografia narram momentos do músico na Austrália, onde nasceu, em 16 de outubro de 1962, até a mudança para Nova York e, depois, para Los Angeles, onde o RHCP foi formado nos anos 1980.

Capa do livro autobiográfico de Flea, 'Acid For the Children'/Divulgação
Capa do livro autobiográfico de Flea, 'Acid For the Children'/Divulgação

Em entrevista ao site "Publishers Weekly", Flea, de 56 anos, explicou que decidiu falar sobre seus anos de formação em sua autobiografia pois "não queria escrever um livro sobre um rock star".

"Meu desafio foi escrever algo que não fosse a história do RHCP. Porque a banda continua na ativa. Já a minha infância não, já acabou", disse ele. "Me pediram muitas vezes para escrever uma autobiografia, mas não gostava da ideia de ser um autor de um livro de celebridade. Também não gostaria que fosse escrito por um ghost writer. Então acabei dando meu jeito e me entreguei a esse projeto."

O baixista também declarou não ter tido dificuldade para narrar suas lembranças, mas sentiu um bloqueio em compartilhá-las com as pessoas. "Me apaixonei pelo processo de escrita. Ficava muito satisfeito durante todo o processo, trabalhei com uma parte da minha criatividade que nunca tinha estimulado antes", declarou ele, um fã do brilhante escritor americano Kurt Vonnegut (1922-2007). Bom gosto para literatura não falta.

Publicidade

Relacionados

Canais Especiais

Ícone do FacebookÍcone do TwitterÍcone do InstagramÍcone do YoutubeÍcone do DeezerÍcone do SpotifyÍcone do Pinterest