Fuerza Bruta: o que esperar do espetáculo de música, luzes e acrobacias no Rock in Rio 2019
Rock in Rio 2019

Fuerza Bruta: o que esperar do espetáculo de música, luzes e acrobacias no Rock in Rio 2019

É bom preparar o coração e os sentidos para aproveitar o espetáculo produzido pela companhia argentina Fuerza Bruta especialmente para o Rock in Rio 2019. Durante os quase trinta minutos da performance dos bailarinos e músicos, a sensação é de estar em um mundo de sons e luz que não para por nem ao menos um segundo. A melhor parte é que cada um dos momentos da apresentação conta um pouco da história do Rock in Rio.

Os shows do Fuerza Bruta acontecem por cinco vezes durante cada um dos dias do festival. Com uma Cidade do Rock maior e cheia de atrações, a gente recomenda que você coloque esta no topo das prioridades. Se adeque aos horários das apresentações (15h30, 17h, 18h30, 20h e 21h30) e chegue à porta da arena com uma certa antecedência: a lotação máxima é de três mil pessoas por exibição.

O Reverb assistiu à apresentação (assista ao vídeo no fim da matéria), que tem participação do Afroreggae, durante o evento teste do Rock in Rio, realizado na terça-feira, 25, e te conta o que esperar desta atração inédita. Não passe daqui se você não quiser spoilers.

O show do Fuerza Bruta tem de tudo: música, luzes e acrobacias / Foto: Reprodução / Reverb
O show do Fuerza Bruta tem de tudo: música, luzes e acrobacias / Foto: Reprodução / Reverb

LOUCURA ENCANTADORA COM MÚSICA E MUITA AÇÃO

A equipe do Reverb entrou na arena em que o Fuerza Bruta se apresenta sem saber exatamente o que esperar. Apesar de ter uma mínima noção do que aconteceria ali, nada que foi visto ou lido anteriormente explica com precisão o que acontece quando as luzes se acendem e o palco montado em diversos níveis apresenta os músicos do Fuerza Bruta vestidos com figurinos inspirados em uniformes militares do século XVIII. Com tambores, repiques, caixas e outros instrumentos de percussão, eles dão show de animação ao abrir o show.

O globo do Rock in Rio voa incandescente pela arena / Foto: Reprodução / Reverb
O globo do Rock in Rio voa incandescente pela arena / Foto: Reprodução / Reverb

O público ainda está se ambientando com o espaço, quando as luzes se apagam e, do outro lado da arena, surge um globo suspenso sobre o qual correm bailarinos acrobatas presos por cabos de segurança a cerca de sete metros do chão. A bola gigante passeia sobre as cabeças do público decorada com o logo do Rock in Rio. O objeto gira no ritmo da música e, em seu grande momento, traz os bailarinos correndo enquanto efeitos especiais com fogo iluminam o ambiente.

Sem ao menos permitir que uma pessoa sequer consiga voltar os batimentos cardíacos ao ritmo normal, uma lona se abre na lateral do palco principal. De lá, sai uma espécie de estrutura móvel com outros bailarinos que começam a dançar e a “destruir” parte do cenário para, logo depois, descer da estrutura e interagir com a plateia. De forma divertida e barulhenta, de um jeito positivo, eles quebram placas de papel picado colorido na cabeça de alguns espectadores.

Bailarino do Fuerza Bruta 'quebra' placa na cabeça de espectador e cria chuva de papel  / Foto: Reprodução / Reverb
Bailarino do Fuerza Bruta 'quebra' placa na cabeça de espectador e cria chuva de papel / Foto: Reprodução / Reverb

SOLTA O SOM, DJ! E... SURPRESA!

Depois da terceira parte do show, uma luz se acende no alto e nos fundos da arena apresentando uma galeria com dois DJs que agitam a plateia. Com luzes estroboscópicas (se você tem sensibilidade, é bom evitar) e batida eletrônica, os atores da companhia comandam a plateia, que se rende à coreografia (“abajo, abajo, abajo!”, pedem eles, antes de todas as pessoas se abaixarem para, depois, pularem como em grandes eventos de música eletrônica).

As luzes se apagam novamente e, quando você acha que o espetáculo está na hora de acabar, vem o gran finale. A lona que escondia o globo se abre novamente e cinco bailarinos voam pendurados por cordas no teto. Sem qualquer tipo de aviso — pegando os novatos na “arte de Fuerza Bruta” desprevenidos —, jatos de água formam uma espécie de cachoeira bem no meio da plateia, onde o pêndulo de bailarinos passa e joga respingos nos espectadores que estão mais distantes do centro. É uma alusão à chuva da primeira edição do festival, em 1985. Parte da plateia foge, mas a maioria se joga na brincadeira e se rende ao banho de energia contagiante do Fuerza Bruta.

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