Huminutinho: a trajetória de Prince, rompendo barreiras estéticas dentro e fora da música
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Huminutinho: a trajetória de Prince, rompendo barreiras estéticas dentro e fora da música

Visionário (ou apenas muito ele mesmo), Prince (1958 - 2016) revolucionou a música dos anos 1980 e se tornou inspiração atemporal. Com um estilo particular de mesclar rock, funk, pop, R&B e soul, o músico nascido e criado em Minnesota, nos Estados Unidos, também se consagrou pela estética de transitar entre visuais extravagantes e andróginos, que iam desde os palcos às capas de discos. Às vésperas do lançamento da remasterização do álbum "1999", de 1982, com 35 canções extras — previsto para 29 de novembro —, André Vasco faz um passeio pela carreira do multi-instrumentista americano em apenas Huminutinho.

Autodidata no domínio de 25 instrumentos musicais, dois dos principais destaques e diferenciais das apresentações de Prince eram a guitarra e a voz. A postura teatral do artista em videoclipes como os de "Purple Rain" e "Little Red Corvette" não deixava dúvidas de sua singularidade. E as letras explícitas — característica-chave das canções dos primeiros discos — nunca o deixariam passar despercebido.

Capa do álbum "Purple Rain", de 1984: clássico de Prince / Foto: Reprodução
Capa do álbum "Purple Rain", de 1984: clássico de Prince / Foto: Reprodução

Multifacetado e impossível de rotular, Prince chegou a lançar o álbum "The Rainbow Children", de 2001, inspirado em questões religiosas do início ao fim. E, como se 39 álbuns de estúdio (em vida) não fossem suficientes, três anos após a morte do compositor de clássicos como "Raspberry Beret", ainda há relíquias de sua imensa obra a ser revisitadas e redescobertas.

André Vasco conta mais alguns detalhes sobre a vida de Prince em apenas Huminutinho:

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