Huminutinho: o que é BPM, a sigla que se popularizou no Brasil com o funk carioca
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Huminutinho: o que é BPM, a sigla que se popularizou no Brasil com o funk carioca

Mais lenta ou mais acelerada, qualquer música tem a velocidade definida a partir da quantidade de batidas por minuto. É o BPM — sigla representante dessa forma de medição — que marca o andamento musical e, também, a pulsação cardíaca. Para explicar mais detalhes sobre o conceito científico (vem da física, que o povo estuda na escola, né?), André Vasco dedica Huminutinho especialmente para o assunto.

Foi a partir da criatividade e da ousadia de brincar com a rapidez das batidas musicais que nasceu, no Rio de Janeiro, o não à toa chamado "ritmo louco" ou 150 BPM. Com nomes como Rennan da Penha, Iasmin Turbininha, Kevin o Chris, MC Rebecca e DJ Polyvox, o subgênero do funk carioca conquistou festas, caixas de som e fones de ouvido por todo o país ao utilizar a base acelerada junto a instrumentais melódicos e letras envolventes. Em comparação a outros sucessos do mesmo contexto — que costumam se apresentar com 13o BPM, como é o caso de funks paulistas como "Olha A Explosão", de MC Kevinho —, a mudança foi estrondosa e inovadora.

MC Kevin o Chris, um dos responsáveis por popularizar o funk 150 BPM pelo Brasil / Foto: Reprodução Instagram
MC Kevin o Chris, um dos responsáveis por popularizar o funk 150 BPM pelo Brasil / Foto: Reprodução Instagram

Também utilizadas com frequência para falar sobre música eletrônica, as batidas por minuto podem ser ser contabilizadas com uso de um metrônomo, ferramenta que já apareceu como tema desta mesma seção. Mas é importante alertar: não as confunda com RPM (e isso vale tanto para a banda liderada por Paulo Ricardo, quanto para as "rotações por minuto", relacionadas a discos de vinil).

Entenda mais sobre BPMs com André Vasco em apenas Huminutinho:

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