Lizzo entra para grupo seleto de negras com #1 na parada americana desta década e já tem 'inimigas', como Azealia Banks
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Lizzo entra para grupo seleto de negras com #1 na parada americana desta década e já tem 'inimigas', como Azealia Banks

A cantora americana Lizzo, de 31 anos, agora faz parte do seleto grupo de mulheres negras que alcançaram o 1º lugar no chart Hot 100 da Billboard nesta década. Com a faixa "Truth Hurts", lançada oficialmente em 19 de setembro de 2017 — ou seja, há dois anos!!! —, ela conseguiu o mesmo feito que Beyoncé, Cardi B, Rihanna e Janelle Monáe. A última canção de uma cantora negra a alcançar o topo do Hot 100 nesta década tinha sido "Diamonds", de Rihanna, em 2012.

"Quando lancei 'Truth Hurts' fiquei muito decepcionada, porque a música flopou em 2017. Foi um dos dias mais difíceis da minha vida, pensei em largar a carreira musical", contou Lizzo à revista "People". "Se eu tivesse desistido de ser cantora, provavelmente ninguém teria notado. Mas que bom que não desisti, pois essa é uma das melhores canções que eu já fiz. Pena que ninguém ligava para ela... Até agora."

A faixa começou a receber notoriedade por fazer parte da trilha sonora da comédia romântica da Netflix "Alguém Especial" (2019). Também fez sucesso no aplicativo TikTok pelo trecho "I just took a DNA test, turns out I'm 100% that bitch".

"Agora, a música que quase me fez dar as costas para o meu sonho é a que fez as pessoas se apaixonarem por mim. A mensagem que fica é: seus piores dias podem se tornar seu maior triunfo", desabafou. Além de "Truth Hurts", outras canções de Lizzo figuram no chart Hot 100: "Good as Hell", na 52ª posição, e "Juice", na 82ª.

Cardi B parabenizou Lizzo no Twitter, e os fãs da cantora de "Truth Hurts", os Lizzbians (brincadeira a palavra "lesbians", ou lésbicas em inglês) ficaram enlouquecidos de felicidade. Mas nem todo mundo comemorou o feito. A rapper americana Azealia Banks, de 28 anos, criticou a artista dizendo que "ela está se vendendo para os brancos americanos". "Depois da ignorante da Cardi B, a gorda Lizzo. Estão escolhendo o pior das mulheres negras para fazer propaganda da América", discursou, apontando que a elite branca teria ficado assustada depois que Beyoncé começou a falar sobre política.

"O fato de público e mídia deixarem essa gorda ir tão longe é o pico do tédio. Essa música não é boa, assim como não é bom o espetáculo de menina gorda atarracada que ela faz", escreveu Azealia no Instagram. "Queen Latifah representa mais as mulheres gordas sem ser nojenta. Missy Elliott também. Estou louca para essa piada chegar ao fim."

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