Miss Universo 2018: a carreira musical da vencedora Catriona Gray
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Miss Universo 2018: a carreira musical da vencedora Catriona Gray

O nome de Catriona Gray ganhou destaque no noticiário internacional no último fim de semana por conta da competição do Miss Universo. A australiana com ascendência filipina venceu o concurso de beleza, realizado no domingo, em Bangkok, representando o país asiático onde sua mãe nasceu. Porém, por trás de estereótipos de beleza e dos parâmetros problemáticos da premiação, Catriona já era reverenciada pela sua voz. A jovem de 24 anos nascida em Queensland, na Austrália, é cantora profissional.

“Há algo sobre a música que pode fazer você se sentir de uma certa maneira e tocar seu coração mesmo que você não entenda o que a letra diz. Há algo com que todos podem se identificar", afirmou a artista ao especial para a televisão “This is The Filipinas”.

Catriona Magnayon Gray, nome completo da Miss Universo 2018, é formada em Teoria Musical por uma das universidades mais prestigiadas do mundo, a Berklee College of Music, em Boston, nos EUA. Na preparação para o concurso, Catriona lançou seu primeiro single, “We’re in This Together”, uma parceria com a Young Focus International, organização dedicada a ajudar crianças em comunidades carentes de Tondo, na bairro de Manilla, capital filipina. A música, que chegou ao primeiro lugar no iTunes das Filipinas, terá toda renda revertida para caridade.

Em competições anteriores, Catriona já havia demonstrado seu talento musical. No Miss Mundo 2016, vencido também por ela, a atual Miss Universo apresentou “I Believe”, faixa da cantora canadense Nikki Yanofsky usada como tema da Olimpíada de Inverno de Vancouver, em 2010, e dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

Durante o concurso de Miss Universo, ao ser perguntada pelo apresentador, Steve Harvey, sobre que título daria a uma música sobre sua participação no concurso, Catriona deu uma resposta emocionante: "Eu chamaria a música de 'Raise Your Flag' porque eu não estou aqui como uma pessoa só, mas como 104 milhões de filipinos", disse. "Quando eu comecei a estudar música, (aquela experiência) foi algo que me preencheu de uma forma que nada mais me preencheu. Minha mãe me disse que desde o útero eu já dançava”.

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