Muse admite ter 'exagerado' no conceito da turnê 'Simulation Theory'
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Muse admite ter 'exagerado' no conceito da turnê 'Simulation Theory'

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Integrantes do Muse — que tocará no palco Mundo do Rock in Rio no dia 6 de setembro — admitiram em entrevista que fizeram a Pabllo Vittar e "foram longe demais" na produção da atual turnê mundial, "Simulation Theory". A banda, aliás, já é reconhecida por exagerar nos conceitos de seus shows: eles já contrataram dançarinos, um cara andando de BMX, uma banda de metais, instalaram um espetáculos de lasers, telões gigantescos e, por fim, decidiram que seria legal dividir o palco com um robô alienígena gigante.

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Depois de tentar de (quase) tudo para transformar a experiência de uma apresentação do Muse em algo megalomaníaco, o vocalista Matt Bellamy revelou que é hora de ir mais devagar com as extravagâncias. 

"Os robôs vão continuar a aparecer em algum momento do show, porque eles são um tanto ameaçadores", disse o músico ao "Miami New Times". "Nunca imaginei que iríamos tão longe, mas finalmente acho que chegamos nesse ponto. Sabe, em dado momento, é preciso saber os limites do que cabe ou não em um show de rock". 

O baterista Dom Howard também deu seu veredito sobre os exageros: "Chegou um momento em que se tornou insustentável". Ele acredita que, no futuro, a banda volte a focar mais no formato "apenas uma guitarra, baixo e bateria", mas, por enquanto, não sabe o que pode acontecer. "Ou voltamos para o planeta Terra, ou nos jogamos direto no espaço". 

E no show do Rock in Rio? Será que eles vão trazer todos esses efeitos para o Brasil?

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