Na Broadway ou em Hollywood: 23 histórias retratadas nas telas e nos palcos
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Na Broadway ou em Hollywood: 23 histórias retratadas nas telas e nos palcos

‘Meninas Malvadas’

Vilã de uma geração, Regina George foi levada para a Broadway na adaptação do filme “Meninas Malvadas”, originalmente escrito por Tina Fey. A estrela de “30 Rock” também assinou o roteiro da peça, que teve as músicas compostas por Jeff Richmond, seu marido. De 2004, a produção cinematográfica protagonizada por Lindsay Lohan lançou Rachel McAdams e Amanda Seyfried para o mundo.

‘Anastasia’

Foi no mês de abril que a adaptação do desenho da Fox levou para a cidade que nunca dorme a história da princesa russa perdida. Curiosidade: o filme, lançado em 1997, é sempre confundido como sendo da Disney.

‘Mamma Mia’

Aqui vamos nós… De novo! Com hits do quarteto sueco ABBA, o musical estreou em Londres na primavera de 1999 e chegou a Nova York dois anos e meio depois. Em 2008, o filme estrelado por Meryl Streep e Amanda Seyfried virou sucesso comercial e, este ano, ganhou uma segunda parte, com a participação de Cher.

‘O Rei Leão’

A montagem de "O Rei Leão", sucesso da Disney, para a Broadway está há 21 anos em cartaz e já foi reproduzida em mais de 12 países pelo mundo. Lançada três anos após a estreia do filme, a peça já arrecadou mais de US$ 1 bilhão. A diretora da montagem, Julie Taymor, foi a primeira mulher a vencer a categoria de direção de musical do Tony, o Oscar do teatro americano.

‘The Rocky Horror Picture Show’

Richard O'Brien escreveu "The Rocky Horror Show", a peça, para ocupar o tempo vago que tinha nas noites de inverno de 1973. A produção virou um sucesso gigantesco e ganhou um filme em 1975. No mesmo ano, estreou a versão para a Broadway, que acabou fracassando após menos de 50 performances.

‘Aladdin’

O voo do tapete mágico de Jasmine e Aladdin alcançou os céus do New Amsterdam Theatre em 2014, após três meses de curta temporada no Canadá. Assim como o filme de 1992, a história de amor do improvável casal — um plebeu e uma princesa — foi coroada com a performance do Gênio, personagem interpretado nos palcos por James Monroe Iglehart, que levou um Tony em 2014 e deixou a produção em 2017.

‘A Bela e a Fera’

O clássico da Disney chegou aos palcos da Broadway em 1994, três anos após ser lançado nos cinemas. O conto de fadas sobre a jovem que se apaixona pelo príncipe enfeitiçado ficou 13 anos em cartaz com a brilhante trilha composta por Alan Menken.

‘Matilda’

A história de Matilda, a menina ultra inteligente com o poder de usar a mente para mover objetos, começou nas páginas do livro de Roald Dahl, um clássico infantil nos Estados Unidos. O filme de 1996, estrelado por Mara Wilson e Danny DeVito, virou clássico entre as crianças. Na Broadway, estreou em 2010, com críticas bastante positivas além de uma série de prêmios. Sete anos depois, encerrou a temporada na cidade.

‘Billy Elliott’

Com apenas 14 anos, Jamie Bell assumiu o papel de Billy Elliot no filme de 2000. Com músicas compostas por Elton John, "Billy Elliot" estreou na Broadway em 2008, três anos depois do início da montagem inglesa. Por sinal, no mesmo ano, em Londres,um então adolescente de 12 anos chamado Tom Holland deu vida ao protagonista, que também já foi interpretado por Dean Charles-Chapman, o Tommen de "Game of Thrones".

‘A Noviça Rebelde’

Quando “A Noviça Rebelde” chegou aos cinemas americanos em 1965, já era sucesso na Broadway havia seis anos. Em abril de 1960, a história de Maria e do Capitão Von Trapp e suas crianças levou cinco prêmios Tony, incluindo o de melhor musical. O número parece ser especial para a franquia: a adaptação estrelada por Julie Andrews e Christopher Plummer também recebeu cinco Oscars, incluindo o de melhor filme, em 1966.

‘Frozen’

Elsa e Anna não demoraram muito deixar a Broadway um pouco mais gelada após o sucesso estrondoso de “Frozen” nos cinemas. A história chegou a Nova York no começo deste ano, com músicas de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez e roteiro de Jennifer Lee. Os três já haviam assumido os mesmos papéis na produção cinematográfica da Disney.

‘O Fantasma da Ópera’

Uma soprano que se torna a obsessão de uma figura misteriosa que vive nos subterrâneos da Ópera de Paris. A história de "O Fantasma da Ópera" foi escrita pelo francês Gaston Leroux no começo do século XX e adaptada por Andrew Lloyd Weber para os palcos em 1986, se tornando rapidamente um grande sucesso. Por outro lado, o filme de 2004 foi muito criticado e, de maneira geral, não correspondeu às expectativas.

‘Os Miseráveis’

A adaptação para a Broadway do clássico de Victor Hugo teve residência em Manhattan de dezembro de 1986 a 2003. O filme, de 2012, foi amplamente aclamado e rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante a Anne Hathaway. História curiosa: Samantha Barks, intérprete de Éponine, já interpretava a jovem nos palcos em Londres. Ela foi surpreendida com a notícia de que havia sido escolhida também para o filme ainda no palco, após uma apresentação.

‘Mudança de Hábito’

Não bastava à irmã Mary Clarence tocar o terror em um convento de São Francisco, ela precisava também chegar à Broadway. Depois do filme estrelado com Whoopi Goldberg em 1992 e da continuação em 1993, o musical estreou em Nova York em 2011, com músicas de Alan Menken, e encerrou em agosto do ano seguinte. Antes, já havia feito dois anos de apresentações em Londres.

‘Hairspray’

Bom dia, Baltimore! Do cinema para a Broadway e para o cinema outra vez. Desde a versão original do filme, de 1988, “Hairspray” sambou para lá e para cá no meio artístico. Virou musical na Broadway entre 2002 e 2009 e ganhou uma nova versão cinematográfica em 2007.

‘My Fair Lady’

Rainha dos musicais, Julie Andrews deu vida a Eliza Doolitle, a protagonista de "My Fair Lady", em 1958, na Broadway, ao lado de Rex Harrison. Para o filme de 1964, foi cortada da produção porque representantes do estúdio acharam-na um nome fraco para fazer a obra ter grandes lucros. Para seu lugar, foi escolhida Audrey Hepburn, que concorreu a um Oscar pelo filme.

‘O Fabuloso Destino de Amélie Poulain’

Teve vida curta na Broadway a versão de "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain" para os palcos. A peça ficou apenas dois meses em cartaz e não reproduziu o sucesso do filme francês lançado em 2001 e que teve Audrey Tautou no papel principal.

‘Chicago’

O musical “Chicago” se inspirou em histórias verídicas repletas de mistério, dança, música e assassinatos. Ficou dois anos em cartaz antes de deixar o 46th Street Theatre. A versão para o cinema, de 2002, foi estrelada por Catherine Zeta-Jones, Renée Zellweger e Richard Gere, e levou o Oscar de Melhor Filme no ano seguinte.

‘Legalmente Loira’

A irmandade Delta Nu deve ter ficado em polvorosa quando uma montagem de “Legalmente Loira” foi produzida para a Broadway em 2007. Alguns anos antes, em 2001, o sucesso do filme original já havia alçado Reese Witherspoon à fama e levado a produção a uma sequência, lançada em 2003. Este ano, a atriz confirmou que uma terceira parte irá estrear em 2020

‘Os Produtores’

Assim como “Chicago”, “Os Produtores” começou no cinema (1967), foi para a Broadway (2001) e retornou para o cinema em uma segunda adaptação (2005). Matthew Broderick e Nathan Lane estrelaram tanto o musical teatral quanto o cinematográfico.

‘Rocky’

Rocky Balboa saiu da Filadélfia para lutar em Hamburgo, no norte da Alemanha. O musical da franquia, estrelada nos cinemas por Sylvester Stallone, estreou em 2012 na cidade alemã e só depois foi para a Broadway, onde foi montado em setembro de 2013. Ficou menos de um ano nos palcos, tendo sua última apresentação em agosto de 2014.

‘Escola de Rock’

Peguem suas guitarras porque é hora do show. Ou melhor, da aula na "Escola de Rock". Filme com Jack Black lançado em 2003, a produção foi parar na Broadway em 2015 com roteiro de Julian Fellowes, o autor de “Downton Abbey”. Após quase quatro anos em cartaz, o espetáculo deve deixar os palcos em 2019.

‘Shrek’

O ogro mais amado do mundo decidiu soltar a voz e levou com ele Fiona e o Burro. O musical inspirado na animação da Dreamworks estreou em dezembro de 2008 e ficou em cartaz até o começo de 2010. Uma curiosidade: a música "I'm a Believer", presente na trilha sonora do filme, era originalmente tocada enquanto o público deixava o teatro, mas foi incorporada ao script a partir de outubro de 2009.

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