Nickelback: baixista Mike Kroeger fala das inspirações desde a vovó — e do eterno 'please come to Brazil'
Rock in Rio 2019

Nickelback: baixista Mike Kroeger fala das inspirações desde a vovó — e do eterno 'please come to Brazil'

Mike Kroeger, baixista do Nickelback, pode não ser um nome tão reconhecido internacionalmente no panteão dos rock stars. Mas, aos 47 anos, o músico canadense pode se orgulhar de fazer parte de uma banda com mais de 50 milhões de álbuns vencidos, o Nickelback, fenômeno das paradas dos anos 2000 liderado por seu irmão, Chad Kroeger. A revista americana "Billboard" os apontou como "banda da década" no final de 2009, e de lá para cá, o sucesso não arrefeceu. Pouco antes de sua segunda participação no Rock in Rio, Mike falou com o Reverb sobre suas inspirações na música e a relação especial com o Brasil, país onde o Nickelback tem o maior número de fãs em suas redes sociais.

Mike, que tocou com a camisa do Slayer, outra atração do festival neste ano, lembrou as raízes musicais de sua família: a avó, baterista de uma big band, foi grande incentivadora da carreira dele e do irmão. O Sepultura, que chegou a ser colega de selo, Roadrunner, na virada dos anos 1990 para os 2000, foi uma das bandas de metal que o baixista idolatrou, pouco depois de uma fase punk rock. Mas, como bom baixista, ele cita Paul McCartney como o grande mestre do instrumento em sua trajetória.

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