Perto Degeneres, o produtor de 17 anos que chamou a atenção da também novíssima Billie Eilish
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Perto Degeneres, o produtor de 17 anos que chamou a atenção da também novíssima Billie Eilish

Perto Degeneres, de 17 anos, é o típico artista que tem muita sorte e um talento especial. Nascido em Sidney, na Austrália, ele conseguiu encontrar com Diplo aos 11 anos, após perturbar um DJ conhecido pelo Instagram. Desde então, não parou mais de fazer música e de lotar shows ao redor do mundo. Mas, para isso, o jovem precisou largar a escola e se dedicar totalmente a sua função de DJ e produtor de eletrônica. Valeu a pena, uma vez que ele tem acumulado feitos impressionantes para a pouca idade.

Neste ano, ele chamou a atenção de Billie Elish, do produtor Timbaland e de Justin Timberlake. Também assinou com a Blood Company, empresa que coordena a carreira de Skrillex, Jack U e outros nomes importantes da cena. A mídia, no entanto, sequer ouviu falar no nome do garoto. Pelo menos até agora, quando ele concedeu sua primeira entrevista para a "i-D".

No bate-papo, Perto explicou como é embaraçoso para um rapaz de 17 anos entrar em boates e bares de Sidney (lá, assim como no Brasil, menores de 18 anos têm restrições nesses estabelecimentos, porque não podem consumir bebidas alcoólicas ou sequer frequentar esses espaços).

"Nessas situações, preciso avisar à polícia que vou aparecer por lá e eles meio que fazem uma batida. É uma droga", disse o garoto. "Mas em breve as coisas vão mudar, porque vou completar 18 anos e, até lá, vou ter me mudado para os EUA."

Perto e Billie Eilish em uma foto postada no Instagram do produtor. Será que eles estão fazendo música juntos?/Reprodução
Perto e Billie Eilish em uma foto postada no Instagram do produtor. Será que eles estão fazendo música juntos?/Reprodução

Sobre sua carreira na música, Perto afirmou vir de uma família que não tem qualquer relação com a coisa. Seu interesse foi despertado aos 10 anos quando ouviu a faixa "Bangarang", de Skrillex, um de seus ídolos. "Estava no carro com minha mãe e essa faixa começou a tocar. Pensei, nossa, que insano. E então quis aprender a tocar do mesmo jeito", avaliou.

Para isso, ele fez alguns cursos de produção e de discotecagem, mas não negou que, no início, nenhum de seus amigos gostava do seu som. "Eu tocava em festas e todo mundo reclamava. Só melhorei quando comecei a estudar e ganhar equipamentos melhores. Era muito amador", desabafou.

As críticas construtivas foram bem-vindas nesse caso. Graças a elas, hoje o menino está mais perto do que nunca (perdoe-me o trocadilho irresistível) de se tornar a próxima estrela da música eletrônica.

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