Por onde anda: Bob Geldof, homem do Live Aid, ficou milionário e diz que aperta 'até a mão do diabo' para mudar o mundo
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Por onde anda: Bob Geldof, homem do Live Aid, ficou milionário e diz que aperta 'até a mão do diabo' para mudar o mundo

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O cantor, compositor e ativista irlandês Bob Geldof  ficou famoso por estrelar o filme "Pink Floyd — The Wall" organizar o Live Aid, em 1985, e até hoje é figura fácil de se encontrar em eventos musicais e beneficentes pelo mundo. "Cinema for Peace Gala" em Berlim; "Global Citizen Festival: Mandela 100", na África do Sul, "Aria Awards", na Austrália, e o "Sky Ocean Rescue e Project 0", em Londres, foram alguns em que o irlandês marcou presença cantando, fazendo palestras ou apenas dando seu apoio. 

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Algo um pouco mais raro de se registrar é a companhia de sua mulher, a atriz francesa Jeanne Marine, com quem está há mais de 20 anos. O casal discreto, que quase não aparece em locais públicos, foi fotografado recentemente na Itália. Nas fotos publicadas no site do Daily Mail, eles aparecem felizes, em Nápoles, onde Bob participou do Ischia Global Film and Music Fest.

Jeanne e Bob na Itália: aparição rara do casal
Jeanne e Bob na Itália: aparição rara do casal

Bob, 67, e Jeanne, 53, se casaram oficialmente em 2015 depois de duas décadas de convivência. O idealizador do famoso "Band Aid", que reuniu estrelas do pop britânico para ajudar a Etiópia e, logo depois, do "Live Aid", concerto para angariar fundos para combater a fome, contou recentemente detalhes sobre a época em que pediu Jeanne em casamento. 

Ele falou à RTE Radio One que já pensava em oficializar sua relação com a atriz antes da tragédia com sua filha, a modelo Peaches - que morreu de overdose de heroína aos 25 anos em abril de 2014. "A família estava devastada, Pixie e Fifi (irmãs) estavam em agonia. Nós poderíamos deixar o tempo passar, mas o tempo não cura, apenas acomoda", avalia Bob.

Peaches, filha de Bob Geldof, morreu de overdose em 2014
Peaches, filha de Bob Geldof, morreu de overdose em 2014

Foi quando pensou que precisava tomar alguma atitude. "Sabia que seria totalmente inapropriado pedir Jeanne em casamento naquela situação. Mas depois que enterramos Peaches, no dia seguinte decidi que precisávamos renovar o ar", conta Bob. Numa coincidência terrível, ele já havia perdido Paula Yates, sua primeira mulher (de quem era divorciado desde 1996) e mãe de Peaches. Em 2000, ela morreu aos 41 anos também vítima de overdose de heroína e álcool. Paula tinha trocado Bob por Michael Hutchence, cantor do INXS, em 1996 — que viria a ser encontrado morto em um hotel em novembro de 1987).

Bob ficou com a custódia de suas filhas e também de Tiger Hutchence, filha de Paula e Michael, logo após o trágico incidente. Entre as causas que defende, incluiu a dos direitos de paternidade. Em 2005, ele promoveu uma nova e ambiciosa série de concertos beneficentes, Live 8, em Londres, Paris, Berlim, Roma, Filadélfia, Barrie, Chiba, Joanesburgo, Moscou, Edimburgo e Cornwall. O propósito: levantar fundos e despertar consciência para comércio justo, endividamento de países pobres, Aids e fome.

Como empresário e ativista, Bob Geldof milita atualmente também por educação para mulheres na África e em países islâmicos.  Muito criticado por ter se encontrado com George W. Bush (elogiando seu programa contra a fome na África) e por ter dado consultoria a conservadores ingleses, ele diz que, para atingir seus objetivos, é capaz de "apertar as mãos do Diabo". De acordo com "The Sunday Times Rich List", o músico acumula hoje uma fortuna de cerca de 40 milhões de dólares — a maior parte deles, porém, em participação acionária em empresas envolvidas com ações humanitárias e assistenciais em países em desenvolvimento.

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