Rihanna dá pistas sobre novo disco e fãs ficam (ainda mais) ansiosos
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Rihanna dá pistas sobre novo disco e fãs ficam (ainda mais) ansiosos

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* Colaborou Milena Coppi

Rihanna sabe que está devendo música nova para os fãs. Afinal, não há um dia em que eles não a cobrem para que ela volte a lançar novidades, já que seu último trabalho musical, "Anti", saiu em janeiro de 2016. Desde então, ela vem se dedicando à Fenty Beauty, sua linha de maquiagem, e sua marca de lingerie, a Savage x Fenty (leia mais abaixo). A própria cantora já fez meme sobre a situação e, vez ou outra, surgem rumores de que o “R9” (como foi apelidado seu nono disco de estúdio) está a caminho. Mas parece que agora vai!  Ao menos, foi o que ela respondeu a um fã no Instagram

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"Quando o álbum vai sair, Robyn (o primeiro nome de Rihanna)? Já temos a data de lançamento oficial?", escreveu um fã. "2019", ela respondeu. Acredita-se, graças a uma entrevista que a cantora concedeu à "Vogue", que o próximo trabalho solo terá fortes influências de reggae.  Será que vai dar bom? Se depender das faixas com influências do ritmo jamaicano que a cantora já gravou, vai dar sim! Abaixo, listamos os motivos para tanta ansiedade por parte dos fãs.

Rihanna responde a um fã quando seu álbum será lançado / Reprodução/Instagram
Rihanna responde a um fã quando seu álbum será lançado / Reprodução/Instagram

O que Riri anda fazendo da vida

Logo que terminou a turnê de "Anti", em novembro de 2016, Rihanna emendou trabalhos como atriz – como a série “Bates Motel”, o filme “Oito Mulheres e um Segredo” e, mais recentemente, apareceu livre, leve e solta em Cuba, em gravação com Donald Glover, o Childish Gambino, num projeto batizado de "Guava Island" ainda sem muitos detalhes.  Até agora, apenas um trailer do longa, creditado como "um filme de Childish Gambino" foi liberado, e sabe-se que "Guava Island" foi dirigido por Hiro Murai, que colaborou com o rapper-ator-roteirista-produtor na série "Atlanta" e nos clipes de "This is America" e "Sober".  Ela também vem se dedicando bastante às suas marcas de lingerie e maquiagem, Savage x Fenty e Fenty Beauty, respectivamente. Tudo isso enquanto quebra alguns padrões do mercado da moda e beleza,  faz trabalhos filantrópicos e ainda se posiciona politicamente. Mais versátil, impossível!

É hit atrás de hit!

A cantora sabe fazer hits desde que começou a carreira, em 2005, e estourou com "Umbrella", dois anos depois.  "Anti" (2016) até dividiu opiniões logo que foi lançado por se tratar de um  trabalho bem mais conceitual do que Rihanna vinha fazendo até então. Mesmo assim, isso não afetou em nada o desempenho do álbum que, só nos Estados Unidos, recebeu certificado de platina e ficou pelo menos 114 semanas nas paradas da "Billboard 200". Além disso, ela recebeu seis indicações ao Grammy Awards e emplacou o hit, “Work”, em parceria com o rapper Drake.

Ainda na "Billboard", Robyn Rihanna Fenty apareceu entre os maiores artistas de todos tempos no Hot 100, ranking divulgado em agosto deste ano em comemoração aos 60 anos da parada de singles mais importante dos Estados Unidos. Com apenas 30 anos – muito bem vividos, por sinal – ela é a única artista de sua geração a aparecer entre os dez mais bem posicionados do ranking. Ao todo, 14 singles da cantora já foram número 1 no Hot 100 e ela também é a única artista que colocou pelo menos uma música de cada um de seus sete álbuns consecutivamente no topo do ranking.

Em abril de 2017, Riri foi considerada a cantora mais influente da década pela "Pitchfork", publicação online voltada ao mundo da música. Não é para menos. Rihanna, mesmo sem querer, acabou criando um padrão de exigência para artistas das novas gerações, considerando que ela começou muito nova, com apenas 17 anos, e isso não a impediu de se manter em alta.

Autenticidade 

Outra característica da cantora que contribui muito a seu favor é que Rihanna passeia fácil por vários ritmos. Ela vai do R&B, ao reggae, pula para o dancehall, hip hop ou pop, sem perder a autenticidade. 

Assim como ela fica bem com qualquer corte ou cor de cabelo, Rihanna também consegue levar para seus trabalhos diferentes estilos, sem que sua personalidade lhe escape, e ainda pode ser considerada uma das artistas pop que melhor conversa com vários tipos de público. 

Clipes

Os clipes da cantora também são um ponto positivo a mais. Junto às letras, muitas vezes polêmicas, ela valoriza o poder do audiovisual e aproveita para colocar um pouco mais de si mesma nessa parte de seu trabalho. Em "S&M" (2011), por exemplo, ela veste a carapuça de garota má, fala tranquilamente sobre sexo, desejo e sadomasoquismo. O contexto sexual do clipe, inclusive, fez com que a cantora tivesse que retirá-lo de circulação em alguns países. Mas quem gosta do trabalho dela quer mais é que ela seja afrontosa mesmo. 

Parceria com o DJ Calvin Harris, "We Found Love" (2011), também deu o que falar. Dessa vez não só pelo sexo, mas também pelo uso de drogas. Já em "Man Down", do mesmo ano, Rihanna deu início a uma tendência para si mesma: matar homens em seus vídeos promocionais. 

Mas nem só de polêmicas vivem os clipes da cantora. Em "Stay" (2013), ela mostra um lado mais vulnerável e natural, com quase nada de maquiagem, nudez e produção mais simples. Pula para 2015 e em "Bitch Better Have My Money" e ela já não está mais fofa. Em um clipe que mistura violência e humor, Rihanna praticamente criou um bordão com o título da música e o clipe bem produzido o sacramentou mais um sucesso para a conta de Riri. Check!

Em "Work" (2016), parceria com Drake, Riri coloca toda a sensualidade barbadiana para jogo, e fez um dos clipes mais sexies do ano. Já no vídeo de “Needed Me”, parceria com o DJ Mustard, ela reforça o apelido de bad girl com o trecho “Não te disseram que eu era uma selvagem? F*-se o cavalo branco e a carruagem”. 

O que pode-se perceber com o trabalho da cantora é que ela busca inserir cada vez mais subtextos e conceitos nas suas músicas. E não tem ninguém reclamando disso. Pelo contrário. Apesar de ter criado um padrão alto de expectativa para si mesma por tudo que tem feito ao longo da carreira, a cantora não se tornou vítima dele, e fica difícil prever o que vai sair do tal "R9". Contanto que ele seja o mais Rihanna possível, valendo!

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