Sete músicas que mostram que não há nada de errado em se sentir vulnerável
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Sete músicas que mostram que não há nada de errado em se sentir vulnerável

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Ninguém é forte o tempo inteiro. E tudo bem. Inclusive, letras de canções que nos lembram disso, podem nos confortar e nos fazer sentir mais compreendidos.

Devido a esse “superpoder”, escolhemos sete músicas que apresentam a vulnerabilidade como um aspecto comum à vida e provaram não haver nada de errado nisso.

Quando SZA expõe as próprias inseguranças em “Drew Barrymore”

“Eu fico tão solitária, eu esqueço o meu valor”. Como aborda em diversos momentos do álbum “Ctrl”, a cantora estadunidense de R&B fala sobre questões que têm com o próprio corpo e com a forma que se deixa levar por situações não-saudáveis. Ao mesmo tempo, SZA se descobre forte e autossuficiente no decorrer do disco, mostrando o lado variável de toda autoestima.

Quando Tim Maia canta sobre perder de vez em quando “Azul da Cor do Mar”

“Quem sofre sempre tem que procurar, pelo menos vir a achar, razão para viver”. Na canção inesquecível sobre não abaixar a cabeça durante adversidades, Tim reconhece que há muito aprendizado em não ganhar e ressalta a validade de continuar buscando o lado bom dos acontecimentos.

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Quando Jessie J explica que duvidar de si não é o fim do mundo em “Who You Are”

“Lágrimas não significam que você está perdendo, todo mundo está sofrendo”. Como a cantora britânica diz, “está tudo bem em não estar bem” de vez em quando. Nos versos seguintes da música, ela confessa diversas inseguranças, mas chega à conclusão de que o importante é ser sincero com quem se é sem se sentir mal com isso.

Quando Tim Bernardes fala sobre autoconhecimento em “Pouco a Pouco”

“Eu podia ser melhor pra mim”. O “Recomeçar”, álbum solo lançado em 2017 pelo vocalista da banda O Terno, é uma viagem para dentro de si após um período duradouro que chegou ao fim. Em “Pouco a Pouco”, o paulista admite ter que melhorar as atitudes consigo mesmo e quase promete se tratar com mais cuidado para se autoconhecer.

Quando Tássia Reis compartilha um pouco dos dias ruins em “Se Avexe Não”

“Chore se quiser chorar”. Nessa canção, a rapper paulista lembra aos ouvintes da efemeridade da dor e ressalta a importância de viver esses momentos de verdade, sem guardar o sofrimento para si. “Me permito desmoronar e desaguar todo entristecer pra que seja possível curar, me amar e prevalecer”.

Quando Cartola discorre sobre se sentir perdido em “Preciso Me Encontrar”

“Se alguém por mim perguntar, diga que eu só vou voltar depois de me encontrar”. Mestre do samba, Cartola canta com simplicidade sobre os momentos de confusão e incerteza típicos da vida, que fragilizam qualquer um. Mas no trecho “eu quero nascer, eu quero viver” o eu lírico relembra a parte boa: se reencontrar.

Quando Queen e David Bowie desabafam sobre o peso das pressões em “Under Pressure”

“Não podemos dar a nós mesmos mais uma chance? Por que não podemos dar ao amor mais uma chance?”. No dueto clássico das lendas Fred Mercury e David Bowie, as cobranças e o estresse impostos pela sociedade são evidenciados como grandes vilões para a saúde mental. Com maestria, os dois mostram a relevância do suporte e do amor para manter a sanidade das pessoas.

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