Taylor Swift: as fileiras do feminismo ganham mais uma popstar engajada
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Taylor Swift: as fileiras do feminismo ganham mais uma popstar engajada

Há muito tempo a comunidade LGBTQ+ e as feministas fazem piadas sobre o "silêncio ensurdecedor" de Taylor Swift quanto a assuntos como machismo, homofobia e outras lutas sociais. Acontece que em sua nova fase, pós-"Reputation" (2017) e com o novo álbum, "Lover" (2019), a cantora de 29 anos anda mais política do que nunca e não perde uma oportunidade de mandar a real para quem quer que seja. Eu ouvi #milituda?

Na cerimônia do VMA em 2019, realizado na segunda-feira (26), a cantora recebeu dois prêmios — de Clipe do Ano e Clipe com Mensagem, ambos para "You Need to Calm Down". Na ocasião, ela fez um discurso alfinetando o atual governo dos EUA, do presidente Donald Trump, acusado de tomar medidas extremamente preconceituosas contra LGBTs. Ela também comemorou o grande número de assinaturas da proposta da Lei de Igualdade, que está inscrita ao fim do vídeo de "You Need to Calm Down".

"Neste vídeo, nós marcamos algumas posições. Se votaram nele é porque querem um mundo onde todos somos tratados de forma igual aos olhos da lei, independentemente de quem amamos, independentemente de como nos identificamos", declarou Taylor. "No final deste vídeo, há uma petição. E continua a haver uma petição pela Lei da Igualdade, que diz, basicamente, que todos merecemos os mesmos direitos aos olhos da lei. Quero agradecer a todos os que assinaram esta petição porque já vai em meio milhão de assinaturas, cinco vezes mais o que seria preciso para ter uma resposta da Casa Branca."

Segundo a "CNN", o secretário de imprensa da Casa Branca, Judd Deere, disse nesta terça-feira (27) que a administração de Donald Trump rejeita qualquer tipo de discriminação, mas não apoia a Lei da Igualdade. Ou seja...

O novo posicionamento de Taylor vai além de seus discursos públicos, como vimos no clipe de "You Need to Calm Down" e, mais recentemente, na colaboração da cantora com o trio de música country Dixie Chicks, criado em 1989 em Dallas, no Texas.

Em seus shows e entrevistas, a artista sempre recorda que a primeira música que aprendeu a tocar no violão foi "Cowboy Take Me Away", das Dixie Chicks, um dos grupos mais influentes e importantes para sua carreira. Em seu novo disco, portanto, ela retribui essa admiração chamando-as para colaborar na faixa "Soon You’ll Get Better".

A canção, ainda que não explicite bem o tema, fala sobre a batalha contra o câncer da mãe de Taylor, Andrea. É um assunto para lá de pessoal, visto que a artista quase nunca trata de coisas assim, preferindo focar, até agora, em relacionamentos amorosos e problemas de autoimagem em suas músicas.

Outro fato que faz essa parceria ser mais significante é a de que Jack Antonoff, o produtor do novo disco de Taylor, está ajudando as Dixie Chicks a lançar seu novo material após 13 anos. Sem dúvidas, tem o dedo da intérprete de "Shake it Off" nisso daí.

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