Taylor Swift, depois de se sentir 'arrasada' com cobranças e dúvidas, se posiciona como defensora dos LGBT
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Taylor Swift, depois de se sentir 'arrasada' com cobranças e dúvidas, se posiciona como defensora dos LGBT

A política nos EUA tem desagradado muita gente, inclusive Taylor Swift, artista que não é das mais conhecidas por se posicionar — a cantora de "ME!", inclusive, é alvo de críticas por conta de sua postura supostamente "isenta". Agora, no entanto, Taylor está se sentindo compelida a levantar sua voz em alguns assuntos que considera fundamentais, como a luta pelos direitos da comunidade LGBT. "Os direitos estão sendo retirados daqueles que não são homens, cisgêneros e brancos", declarou ela.

Em entrevista à edição americana da "Vogue", Taylor disse que não sabia que podia lutar pelas causas de uma comunidade da qual não faz parte. "Apenas recentemente atentei a isso", observou a artista de 29 anos.

Seu mais recente clipe, "You Need To Calm Down", tem participação de diversas celebridades LGBT . Ao fim do vídeo, Taylor pede que seus fãs assinem uma petição em apoio ao Equality Act, lei que visa a proteger as pessoas queer de discriminação em ambientes de trabalho, em suas residências, escolas e outros locais públicos.

Sua atitude rendeu muitos elogios, mas também algumas críticas. Algumas pessoas acusaram a artista de se beneficiar de "pink money" — termo usado para classificar alguém que quer lacrar em cima da causa LGBT sem, de fato, contribuir com ela.

Na edição da "Vogue" de setembro, da qual Taylor é capa, ela revelou que seu amigo, o cantor e bailarino Todrick Hall, ficou muito chateado por ela não apoiar a comunidade LGBT como deveria.

"Há cerca de um ou dois anos, Todrick me perguntou, enquanto estávamos no carro: 'E se seu filho nascesse gay? O que você faria?'. Essa pergunta me perturbou, pois percebi que ele tinha dúvidas sobre mim. Portanto, eu não estava me posicionando da forma correta", falou ela. "Se ele, que era meu amigo, duvidava de mim, imagina meus fãs da comunidade LGBT. O que eles pensavam? Eu fiquei arrasada ao perceber que minhas atitudes não mostravam quem eu era de verdade."

Para além de tratar sobre sua nova forma de ativismo, Taylor comentou como uma briga com Kim Kardashian em 2016 afetou sua vida pessoal e sua saúde mental.

"Muitas pessoas tentaram me silenciar, me cancelaram, foi uma experiência de isolamento", desabafou. "Não acho que seja fácil para todos entenderem como é ter milhões de pessoas te odiando e falando isso para você em alto e bom som. Quando alguém é cancelado, não é como o fim de um programa de TV. Quem está ali não é uma máquina, é uma pessoa de carne e osso. E ela recebe mensagens terríveis. Algumas pessoas escreveram coisas como 'se mate'."

O que ajudou a cantora a passar pela fase ruim foi, justamente, a música. Em uma reportagem publicada aqui no Reverb, Taylor falou um pouco mais sobre essa época caótica. Para saber mais, clique aqui.

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