Thanos que canta Reginaldo Rossi? Turma de robótica de Fortaleza usa copo de pipoca para fazer tal criatura
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Thanos que canta Reginaldo Rossi? Turma de robótica de Fortaleza usa copo de pipoca para fazer tal criatura

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A sofrência pode levar a gente a tomar atitudes dramáticas. Que o diga Thanos, sim, aquele que destruiu metade do universo em "Vingadores — Guerra Infinita". Quem tem essa teoria é Sandro Costa Mesquita, tecnólogo em Mecatrônica formado pelo Instituto Federal do Ceará. Para ele, o vilão da Marvel fez o que fez porque estava com o coração partido. Com a intenção de deixar isso bem claro, o professor e sua turma criaram um robô capaz de "cantar" um dos maiores hinos nacionais da dor de cotovelo: "Garçom", do saudoso Reginaldo Rossi

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A ideia surgiu depois que os alunos de Sandro na Pixels Escola de Design e Tecnologia, em Fortaleza, foram assistir ao último longa da franquia "Vingadores", "Ultimato". “Ficamos conversando sobre o filme. Por que o Thanos era tão revoltado? Pensamos que ele só poderia ser mal amado e decidimos fazê-lo cantar a música 'Garçom' do Reginaldo Rossi", contou o professor de robótica à "Galileu".  

Bianôr Mendeiros e Sandro Mesquita, professores responsáveis pelo projeto do 'Thanos sofredor' / Foto: Reprodução
Bianôr Mendeiros e Sandro Mesquita, professores responsáveis pelo projeto do 'Thanos sofredor' / Foto: Reprodução

Em um vídeo publicado no perfil da escola nas redes sociais, Sandro explica como o protótipo foi feito. Eles usaram um copo de pipoca comprado no cinema para criar o robô. "Cortamos, colocamos um certo motor, uma caixa de som e conseguimos fazer uma interação. Quem viu nas redes sociais viu que o negócio ficou legal", diz. 

Sandro explica que uma sincronização de frequências permitiu a criação do Thanos sofredor. A boca se movimenta de acordo com a oscilação da frequência do alto falante. "Uma coisa simples, você não precisa reinventar a roda", explica. “A gente não imaginava que ia ter essa repercussão. Foi uma simples brincadeira de pegar um copo, uma coisa inanimada, uma coisa estática, e colocar para funcionar e para falar, porque é isso que a robótica faz.”

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