The Cure: mortes de pai e mãe de Robert Smith, 'crianças' do pop atual e saga lunar inspiram novo disco
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The Cure: mortes de pai e mãe de Robert Smith, 'crianças' do pop atual e saga lunar inspiram novo disco

Já sabemos o nome do novo disco do Cure. Será intitulado "Live From The Moon" e, segundo Robert Smith, líder do grupo, que completou 60 anos em abril, as letras do álbum são intensamente inspiradas pelas mortes recentes de seus pais e de seu irmão, bem como pelos 50 anos da missão Apollo 11, responsável por levar o homem à Lua pela primeira vez.

Ao jornal americano "Los Angeles Times", Robert revelou que o Cure pretende finalizar o disco no começo de setembro, logo após o fim do Pasadena Daydream Festival, evento na Califórnia com curadoria do cantor que será realizado neste sábado (31). O músico britânico também explicou como a perda de seus familiares influenciou as canções de "Live From The Moon", trabalho ainda sem data de lançamento prevista.

"O disco tem uma pegada bem sombria. Perdi meu pai, minha mãe e meu irmão recentemente, e obviamente isso me afetou muito. Mas não é um trabalho melancólico, ou cheio de paisagens sonoras, como 'Disintegration', de 1989", disse Robert. "Nessas músicas, eu estava tentando criar uma grande paleta de sons. E também estava obcecado com o aniversário de 50 anos da missão Apollo 11. Por isso, o título do álbum. Sabe, sempre fui um stargazer."

Imagem do Cure no Brasil, em 30 de março de 1987, durante a turnê da banda no país. Da esquerda para direita, estão o vocalista Robert Smith, o guitarrista Porl Thompson, o baterista Boris Williams, o tecladista Laurence Tolhust, e o baixista Simon Gallup/Getty Images
Imagem do Cure no Brasil, em 30 de março de 1987, durante a turnê da banda no país. Da esquerda para direita, estão o vocalista Robert Smith, o guitarrista Porl Thompson, o baterista Boris Williams, o tecladista Laurence Tolhust, e o baixista Simon Gallup/Getty Images

O Pasadena Daydream Festival não é o único evento que contratou a curadoria musical de Robert recentemente. Também houve o Meltdown Festival, em Londres, e foi lá que o cantor percebeu que não estava mais antenado com as músicas do momento atual.

"Percebi que não ouvia mais canções novas, e aí me motivei a escutar bandas mais atuais e a conhecer as crianças que estavam nessas bandas. Foi nesse instante que aconteceu uma virada na minha cabeça e me senti inspirado a trabalhar num novo álbum", descreveu ele. "Foi bem chocante para mim, para ser honesto. Mal conseguia acreditar em mim até começar a gravação."

Além do Cure, também se apresentam no Pasadena Daydream Festival, neste fim de semana, os Pixies, Deftones, Mogwai, Throwing Muses, the Joy Formidable, Chelsea Wolfe, the Twilight Sad, Emma Ruth Rundle e Kaelan Mikla.

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