Tipo Importação: Festivais de música da Islândia percorrem o rock, a eletrônica e o hip hop
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Tipo Importação: Festivais de música da Islândia percorrem o rock, a eletrônica e o hip hop

Quando outubro vai chegando, uma euforia toma conta de quem curte rock na Islândia: está na hora do Iceland Airwaves, principal festival de música do país, que sempre rola entre outubro e novembro na capital, Reykjavik. Anualmente, entre 9 e 10 mil pessoas aproveitam as programações principais e paralelas do evento.

Neste ano, para a comemoração de sua 20ª edição, ele será realizado de 7 a 10 de novembro com artistas locais como Ásgeir, Valdimar e Ólafur Arnalds, e estrangeiros como os britânicos da Stereo Honey, os mexicanos da Descartes a Kant e os portugueses da Holy Nothing, entre muitos, muitos outros. Os shows começam às 19h e vão até a madrugada.

Paralelamente, sempre ocorrem atividades especiais. Para 2018, por exemplo, foi organizada uma caminhada musical por Reykjavik com Arnar Eggert, uma espécie de muso do jornalismo cultural islandês. Também haverá sessões intimistas de Ásgeir com convidados (que serão gravadas e transformadas em disco posteriormente), uma pool party, uma enorme sessão de yoga e uma balada com direito a entrada por tapete vermelho e tudo – aniversário de 20 anos merece!

Apesar de fazer um esforço bacana para promover novos artistas (a Kaleo, por exemplo, conseguiu projeção depois de participar do festival), o Iceland Airwaves consegue levar atrações de peso para seus palcos. Já passaram por eles nomes como Björk (é claro, pois é prata da casa), Yoko Ono, Keane, Fatboy Slim e Florence and the Machine.

Festival do sol que nunca se põe

Meses antes do Iceland Airwaves, Reykjavik recebe outro festival: é o Secret Solstice, que se aproveita do famoso “sol da meia-noite” do verão – o período do ano em que nunca anoitece em determinadas regiões dos países do extremo norte do mundo – para proporcionar ao público 96 horas consecutivas de música sob a claridade do sol. Neste ano, foi de 15 a 19 de junho.

As atrações vão da eletrônica ao hip-hop. Entre os nomes deste ano estiveram por lá os americanos do George Clinton & Parliament Funkadelic, o britânico J Hus e muitos artistas locais, como o Jet Black Joe.

A organização também faz questão de oferecer experiências inovadoras para as 9 mil pessoas que passam pelo festival: em 2018, isso ficou por conta de uma caminhada por um túnel de lava de mais de 5 mil anos e uma festa dentro de uma geleira natural.

Para acomodar toda essa gente em um festival ininterrupto, o Secret Solstice oferece acomodações em tendas ou espaço para que as pessoas montem suas próprias barracas. Imagine que delícia: acampar em um lugar controlado durante 96 horas em que nunca fica escuro e com uma trilha sonora de primeira ao fundo. Já vai começar a planejar sua ida para o ano que vem? Será de 21 a 23 de junho.

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